Atenção carnavalescos e presidentes de escolas de samba!

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domingo, 6 de julho de 2014

“Respeite a majestade da minha coroa”




Com 299 pontos, Fabio Granville foi o campeão do Quinto Concurso de Enredos. Reveja o campeão do QUINTO CONCURSO DE ENREDOS!

Quais são os pontos fortes do enredo?

O conjunto do enredo fez a diferença foi o enredo mais “redondo” do concurso, tema, exploração coerente, enredo bem escrito, bem apresentado... O resultado foi o campeonato.
Temática simpática e original falar de um símbolo de uma escola de samba que é a coroa da Imperatriz. E partido dela falou de outras coroas, cativou o enredo com trechos de sambas da escola, utilizados com muito bom gosto em posições estratégicas:

Estão abertas as portas deste reino chamado Sapucaí. Escutem o que o povo diz: “Quem não sabe o que é amar não sabe o que é ser feliz, quem não sabe o que é sambar, não sabe o que é Imperatriz”. O cavaquinho imperial chora de alegria. E o intérprete anuncia. Respeite a majestade da minha coroa. E seja mais um rei nesta folia.


E afinal onde o enredo poderia perder?

A questão cronológica do enredo é um pouco atrapalhada, ali alguns décimos foram perdidos.

Trecho do enredo campeão:


INTRODUÇÃO:
Eis a nossa Imperatriz, rainha de Ramos, que leva esta alcunha graças à sua portentosa coroa bordada e bem trabalhada no centro de seu pavilhão. Nosso símbolo maior então se torna, neste carnaval, a personagem principal do nosso desfile.
Desde os primórdios, há necessidade de o homem criar seus ídolos, manifestando o desejo da perfeição. Elegemos os líderes religiosos, reis, rainhas, imperador, imperatriz, numa batalha de poderes e força. Detém a coroa quem é vencedor, quem é especial. Assim como há os coroados celestes, deuses e anjos abençoando nossa escola, reinando esplendorosa no reino de Momo.
E assim ela vem, a rainha de Ramos, trazendo todas as histórias, as festas, os jogos, os reis abstratos, os reis da natureza, as batalhas, as conquistas, as riquezas, as joias, ou seja, tudo aquilo que esse símbolo maior do poder trás através da história.
Portanto, que chore o cavaquinho imperial, entre na corte do carnaval e respeite a majestade da minha coroa, coroando a história desse símbolo imortal.


"Nas águas do Rio Amazonas."

    O Autor DOUGLAS QUINTO conseguiu o vice-campeonato com 298,1 pontos. Reveja o enredo: Nas águas do Rio Amazonas.  


Quais são os pontos fortes do enredo?

O desenvolvimento do enredo foi muito bem explicado. O enredo tem um conjunto muito bom, correto tecnicamente. Não tem furos, sinopse e desenvolvimento não brigam. Tem divisão de setores, a apresentação é clara.

E afinal porque o enredo não ganhou?

A temática amazonas já foi tratada em uma infinidade de enredos, é uma temática extremamente desgastada. Grande Rio, Beija-flor, Viradouro, Portela, Tradição, Imperatriz e tantas outras escolas já falaram de Manaus, pororoca, pirarucu, fauna e flora amazônicas, borracha e etc... Na opinião da maioria dos jurados, a proposta de falar pelo rio pode parecer original, mas não nos levou para um caminho muito diferente daqueles já traçados tantas vezes.

Concurso de enredos é isso, se quer pegar um tema já tantas vezes falado e se quer ganhar precisa reinventar um tema, ou pelo menos conquistar os jurados a ver novamente Amazônia pela milésima vez.

Veja um trecho do enredo:

Sétimo setor: O RIO que traz progresso
O progresso hoje das grandes metrópoles da Amazônia e muito em conta do Rio amazonas, no auge do ciclo da borracha o rio foi a principal estrada de saída entre Manaus e Belém, hoje uma de suas finalidades e o progresso, que desde sempre o rio amazonas trouxe para a Amazônia, e para o norte do Brasil, às vezes esquecido no meio da tanta mata, aqui tem progresso também.
Ala 35: ciclo da borracha. No ciclo da borracha a região amazônica foi muito beneficiada, foi o tempo em que Belém teve sua maior importância no Brasil e que Manaus fez sua progressão nacional.
Ala 36: Bele époque: paz e amazonas. No tempo da borracha Belém e Manaus foram tão beneficiadas que criaram e cresceram com o crescimento veio à arte, os teatros da paz em Belém e amazonas em Manaus foram advindos dessa época.
Ala 37: abaixo ao desmatamento.  Aqui damos um grito de preservação temos que proteger esse verde essa vida ela e o maior patrimônio que a região norte tem.
Ala 38: pulmão do mundo. Vamos ver que aqui temos o pulmão do mundo se em outros países a grande emissão de gases tóxicos nossa floresta amazônica tem o pode r de salvar o mundo esta ai mais um motivo para proteger e cuidar.
Ala 39: vida amazônica. Pedimos pra não desmatar, agora mostramos o povo, povo que gosta da terra onde vive gosta da de tudo que ha lá de tudo que tem do jeito que tem a contemplação do povo amazônico, do acre, do para, do amazonas, de Roraima, de Rondônia, do Tocantins, do Amapá.
Alegoria 8: o progresso e possível! e real! O mercado do Ver-o-Peso em Belém do alto dos seus mais de 381 anos vem representando o desenvolvimento, vem pois lá o maior mercado a céu aberto da américa tem papel super  importante no abastecimento da grande Belém, sua historia, suas ervas, e sua vida. De Manaus tem sua zona franca construída para o desenvolvimento faz hoje da Amazônia hoje um dos maiores polos industriais do mundo, são muitas fabricas que fabricam e por meio do rio amazonas fazem suas entregas. São as duas capitais mais importantes banhadas pelo amazonas, o desenvolvimento delas e necessário, o crescimento não para mais sua essência e a mesma, Amazônia e aqui, o rio amazonas desagua na felicidade do povo do norte desse país, comtemplamos agora a Amazônia!
* Esta alegoria e acoplada, mas não continua em seu significado, entretanto em sua forma elas se completam, não vemos aqueles fios que costumamos ver em alegorias separando uma parte da outra, a parte da frente e o Ver-o-Peso a de trás e a zona franca de Manaus.
Ala 40: ribeirinhos. COMPOSITORES. Aqui fazemos a devolução do rio aos seus verdadeiros donos os ribeirinhos amazonidas são famílias que vivem na beira do amazonas e seus afluentes lá criam seus filhos e seguem sua vida.

sábado, 5 de julho de 2014

“Os Crimes Momescos – Uma Viagem aos Personagens dos Detetives. Elementar, Meu Caro Folião!”.

Os detetives de Danilo Guerra conseguiram o terceiro lugar do concurso de enredos com 295,6 pontos. Reveja o enredo:  “Os Crimes Momescos –Uma Viagem aos Personagens dos Detetives. Elementar, Meu Caro Folião!”.


Quais são os pontos fortes do enredo?

É um enredo alegre, leve e simpático, lutou décimo a décimo com o enredo anterior praticamente no mesmo “terreiro”.

Mas a diferenças ficam por aí! Crimes momescos tem uma ótima apresentação, tanto que na largou na apuração em segundo lugar. Visualmente possui um texto bem apresentado e bem ilustrado, apesar de um ou outro jurado ter tirado nota por excesso de ilustrações.


E afinal porque o enredo não ganhou?

Muitos personagens e muita descrição de cada um deles, a narração e história se perdeu. Duvido que um jurado tenha lido todos os detetives, chega um momento e a vontade que se tem é pular. Acho que uma sinopse pode até ser extensa, mas ela precisa seduzir.

Acredito que faltou para o enredo uma integração maior dos setores, unindo um pouco tantos e tantos personagens. A descrição de personagem por personagem chegou em um certo ponto que ficou excessivamente didática, fugiu do carnaval. O que faltou em muitos enredos deste concurso, embasamento, informações sobre seus tópicos, talvez nesse enredo tenha sobrado.

O desenvolvimento também foi para o mesmo caminho, muitos jurados criticaram o excesso de personagens sem uma história convincente.


5º Setor: Brasil:
Ala 26 – Delegado Mello Pimenta (do Livro O Xangô de Baker Stret de Jô Soares);
Ala 27 – Mandrake (personagem de Rubem Fonseca);
Ala 28 – Guarda Juju (Personagem de Roberto Marquis);
Ala 29 – Mário Fofóca (Personagem de Luiz Gustavo);
Ala 30 – Novela “A Próxima Vítima” (Fantasia de Horóscopo Chinês);
Ala 31 – Ed Mort (Personagem de Luís Fernando Veríssimo; fantasias de baratas);
Alegoria 5: Brasil (Traz a atriz Giovanna Antonelli, a Delegada Helô, o ator Luiz Gustavo, Mário Fofóca, e o ator Paulo Betti, Ed Mort, como destaques).




EM NOITE DE LUA CHEIA... DEU A LOUCA NAS ASSOMBRAÇÕES...


O quarto lugar do concurso de enredos obteve a pontuação de 295,5 pontos, o autor do enredo é  Christian Fonseca. 


Quais são os pontos fortes do enredo?
É uma grande brincadeira de carnaval, sinopse alegre e bem humorada, brinca o tempo inteiro. Isso conquistou muitos jurados.

Tema enredo interessante e original, um dos melhores do concurso. 

E afinal porque o enredo não ganhou?

O texto se apresenta com um vermelho gritante que é capaz de deixar muitos jurados cegos. A apresentação do desenvolvimento em tabela é boa, mas o esquema não ajuda a avaliação, pois deixa descrição e nome das alas separado, que coloca o julgar em um sobe e desce tremendo. Por tanto é um enredo falho na questão de apresentação do seu texto.

A exploração do tema no geral foi criticanda, muitos jurados queriam um desenvolvimento mais profundo do tema e não simplesmente brincadeiras com personagens. É um enredo na linha “paulobarroseana”.

Trecho do enredo:

Setor 02 – Transformações

Em noite de lua cheia... Eu me transformo em lobisomem. Outras pessoas vão se modificando ao longo da passagem dessa lua. Esse setor vem para incorporar e chamar as entidades para participar do nosso carnaval, fazendo com que os adormecidos revivam e que possam sambar em nossa passarela virtual. O que eu posso dizer é que vamos ter cuca, boitatá, mula-sem-cabeça, curupira, isto é, os amigos invocados do lobisomem estão presentes nesse belo enredo desenvolvido pela nossa Floripa do Samba, inclusive vamos fortificar as lendas brasileiras contadas por esse BRASIL MULTICULTURAL. A lua cheia está incorporada a diversas lendas, inclusive ela tem influência sobre o mar, através dessa informação, o deus Poseidon confirmou presença no desfile para reivindicar esse conceito, pois quando eu entrevistei ele, Poseidon falou que o único que tem o pleno poder sobre os mares é ele, e que vai provar toda essa história de um jeitinho brasileiro, com muito samba no pé.

O País da Corrupção

Reveja o enredo: O País da Corrupção

Tony Mancini obteve o quinto lugar com 293,1 pontos, a proposta do enredo foi tratar de corrupção.



Quais são os pontos fortes do enredo?

É uma temática polêmica, corajosa que muita gente deseja ver na avenida.

Apesar do tema pesado, o desenvolvimento consegue brincar bastante em alguns momentos deixando o tema mais leve.

Que escola de samba teria coragem de nos dias atuais falar de corrupção? Fica a pergunta!

E afinal porque o enredo não ganhou?

É um tema interessante, mas de grande responsabilidade. Para ser critico é preciso ter um bom embasamento teórico, boa pesquisa, senão não convence.

O autor se atrapalhou entre umas afirmações não tão bem comprovadas, no caso de Getulio Vargas, corrupto ou não? A sinopse levantou uma suspeita de maneira insegura, o desenvolvimento chamou de corrupto, pareceu contraditório e/ou de justificativa fraca para muitos jurados.


Pequenos detalhes foram deixando o enredo perder pontos e o resultado é este bom quinto lugar.

Trechos do enredo:
Comissão de frente: “Os larápios” – Grandes “ladrões” da historia, exemplos: Marques de Olinda, Visconde de Mauá, Getúlio Vargas, PC Farias e Roberto Jeferson e alguns.
Alegoria (01) Abre- Alas: (Carro Síntese) “Por água abaixo” – Carro que lembra uma rede de canos e esgotos, coberto de dinheiro e ouro.

Meu cheiro é mágico, do oriente ao ocidente eu conquistei, sou sagrado, sou divinal !

O sexto colocado é de Fábio Cardomingo, com 291, 9 pontos, o autor trouxe os incensos um tema original e leve que conquistou os jurados.



Quais são os pontos fortes do enredo?

Por ironia, os Incensos desfilaram no desfile oficial logo depois de Corrupção, um tema pesado, e esse contraste acredito que favoreceu muito o enredo, que passou leve, bonito e pra cima.

É um tema cativante que traz belezas, cheiros, essências, magia da Índia, Egito, Orixás, fala de fé.

E afinal porque o enredo não ganhou?

O enredo se complica bastante no desenvolvimento que apenas descreve os carros, não apresenta divisão dos setores e aparenta um desleixo com as alas.


A sinopse poderia ter se preocupado em explicar mais o enredo, alguns pontos ficaram perdidos nos versos. A recomendação é o autor usar mais versos ou optar por um texto duplo, apresenta os versos e depois complementa um texto que conte todo o enredo. O erro é comum de se inspirar nas sinopses das escolas publicadas na internet, mas esquecem que os jurados até lêem essas sinopses, mas no AA entregue no dia do desfile tem um texto muito mais explicativo que esse

Trecho do enredo:

Carro Abre Alas: " Egito de mistérios e mágias"
O carro representa o Egito antigo país onde foi criado o insenso através do mago Metraton, o carro terá na parte da frente uma grande escultura de esfinge com os olhos em ledy multicor que irá enfeitiçar a todos com seus olhos misteriosos , nas laterais esculturas de tumbas dos faraós e na parte de traz uma grande piramide giratoria, o carro soltará aroma de eucalipito, já que este aroma é o simbolo do egito, os Egipicios acreditam que esse  aroma  cura todas os males do corpo e da alma.

Nosso Bloco tá na rua- O carnaval de rua do rio, suas canções e seus blocos.

Rodrigo B. botou o seu bloco na rua e conseguiu o sétimo lugar do concurso de enredos com 291,2 pontos.
Reveja o enredo: Nosso bloco tá na rua


Quais são os pontos fortes do enredo?

O enredo é alegre, relembra grandes carnavais, sempre um enredo com essa temática irá sensibilizar muita gente.

O enredo fala de Chiquinha Gonzaga, Dalva  de Oliveira, Emilinha, Bola Preta, Cacique sempre atrairá atenções e simpatia para com ele.

O tema não é dos mais originais, mas possui grande potencial para emocionar.

E afinal porque o enredo não ganhou?

Tecnicamente o enredo não foi bem apresentado. Acredito que sinopse poderia ter aprofundamento mais o tema, ela é bastante curta, tem apenas 4 parágrafos, passa a sensação de quando começa a ficar bom termina. O autor deveria ter explicado um pouco mais o seu enredo, apresentou uma sinopse resumida demais, talvez pensando mais em compositores de samba do que apresentar os seus trunfos. Tanto que quando chegamos no desenvolvimento com Carmem Miranda com alegoria e tudo, voltamos na sinopse e não encontramos ela citada na sinopse de maneira clara. 

O desenvolvimento é bastante frágil sem a divisão dos setores, deixou muitos jurados confusos, afinal onde começa e onde termina os capítulos do enredo?




Trecho de enredo:
Podemos perceber que o carnaval criava o cenário para o surgimento e celebração de muitas histórias de amor. No oba oba da folia Colombina conheceu pierrô, mas logo o trocou por arlequim, o poeta se apaixonou pela dama das camélias e ficou com o coração no ritmo do balancê. E como esquecer as musas que inspiraram os malandros cariocas a se declararem no melhor ritmo carnavalesco. E aqui somos democráticos, tem vez pra aurora, Maria bonita, a chiquita bacana, e claro, a mulata. Mas musas mesmo são as donas das vozes que embalaram-nos na folia, como Dalva  de Oliveira  e Emilinha.

VALESCA REIS SANTOS, DIVA DO BRASIL

O autor Cleiton Almeida falando de Valesca Popozuda obteve a oitava colocação do concurso com 288,1.

Valesca Popozuda abre a noite dos Campeões do
Quinto Concurso Brasileiro de Enredos, reveja o enredo: VALESCA REIS SANTOS, DIVA DOBRASIL.



Quais são os pontos fortes do enredo?

O autor conseguiu apresentar uma boa exploração temática, buscou humanizar a Valesca. Foi  apresentando a Valesca mãe, a batalhadora que veio do morro e conseguiu o sucesso. Trazer alguém que veio de baixo e venceu sempre é bom exemplo e faz este enredo ser interessante.

Outra qualidade do enredo apresentado é a explicação inicial dos setores, o autor deixou bem claro a ideia que cada setor queria mostrar.

Trechos extraídos do enredo:
1º setor – “A estrela do morro”
            Este pequeno setor retrata o nascimento de Valesca, no bairro do Irajá. Teve uma infância simples, sua mãe trabalhava de faxineira. Mas desde sempre já tinha o dom de encantar as pessoas com sua graça.

2º setor – “De frentista à vocalista”
            Neste setor temos a trajetória de Valesca, desde quando teve que parar de estudar e trabalhar num posto, até quando foi descoberta pelo seu empresário Pardal, participou do grupo “Gaiola das Popozudas” e fez turnê pelo mundo.

3º setor – “Conhecida em todo meu Brasil”
            Neste setor temos o que tornou Valesca conhecida no Brasil. Suas polêmicas constantes e suas músicas super comentadas fizeram de Valesca a funkeira mais amada (e odiada) do país.

4º setor – “Simplesmente Valesca”
            Aqui temos a Valesca Reis Santos. Neste setor retratamos como é a Valesca do dia a dia, a Valesca em sua intimidade. Quem ela é por trás da fama. Suas lutas, glórias e desejos.

5º setor – “Diva do Brasil”
            O último setor da escola é o caminho de Valesca desde sua decisão de enfrentar uma carreira solo até a coroação como diva do Brasil. Essa coroação é resultado de uma série de conquistas da cantora.


E os problemas do enredo? Afinal pq não venceu?

O tema Valesca popozuda não foi bem recebido pelos jurados, não podemos que esquecer que uma homenagem para uma artista de carreira recente geralmente não é muito aceito. Existe a defesa por muitas pessoas que um artista é digno de homenagem se tem uma longa carreira.

Valesca é considerada por muitos como ‘não cultura’, talvez até este debate ou defesa introdutória sobre “o que é cultura /o que não é cultura” tivesse um melhor recebimento do tema pelos jurados.

Alguns jurados cobraram do enredo descrição de carros e alas, embora isto não seja obrigatório. Neste caso a penalização não deveria ocorrer.

Algumas alas como Ala 4 – A visita de um “Pardal” e Ala 1 – Os estudos em segundo plano resultaram penalidades para o enredo. O que reforça que é bom ter cuidado no nome das alas.



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