Atenção carnavalescos e presidentes de escolas de samba!

Atenção carnavalescos e presidentes de escolas de samba!
Gostou de uma ideia, Clique na lâmpada e leia a nossa recomendação!

sábado, 17 de março de 2018

CONCURSO DE ENREDOS 14 E 15 – Datas


Para evitar eventuais problemas, posicionamos as datas do Concurso de Enredos 14 e 15 entre janeiro e fevereiro de 2019. O objetivo será finalizar ainda os trabalhos dentro do mês de Fevereiro. Se tivermos condições, ainda teremos o desfile dos campeões coladinhos com o carnaval.

Encerramento das inscrições: 1 de janeiro de 2019
Desfile:  19 a 22 de Janeiro
Definição dos classificados: 25 de janeiro de 2019*
Apuração: 24 e 25 de Fevereiro
Desfile dos Campeões: 6 de março de 2019

Conforme o número de enredos, se tivermos um número de inscritos superior a 14 enredos, teremos duas etapas: Classificação popular (classificação conforme desempenho popular) e fase final (julgamento pelos jurados).

Obs: Os que não obtiverem classificação popular irão disputar a Recopa (campeonato especial para os não classificados receberem notas e justificativas de jurados).
Alguns enredos poderão ser convidados a disputar a final dos jurados, por critério técnico. 



Resultado Concurso de Enredos 12




domingo, 11 de março de 2018

Mateus Pinheiro - Justificativas Tradicional


1131 - HISTÓRIA               9.9          9.8          9.9          9.8          9.9          9.9          9.9
Justificativa geral:
Faltou uma maior problematização e uma melhor elaboração do enredo! O que tornou o enredo de certa maneira confuso. A falta de formatação do texto e letras em caixa alta dificultou a leitura do mesmo.
Faltou a descrição de algumas alegorias... Poderia ter sido melhor explorado pelo carnavalesco.

1133 - DRAG-SE                             9.9            9.8          9.9          9.8          9.8          9.9          9.9
Justificativa Geral;
Enredo já apresentado na Liese... propício, altamente cultura, ótimas distribuição de setores e elementos; Porém, faltou uma pesquisa história aprofundada para a total compreensão do enredo.

1136 - CIÇO                     9.9            9.8          9.7          9.8          9.8          9.7          9.8
Justificativa Geral.
Faltou compreensão do carnavalesco para a real compressão da história. Lira Neto não é parâmetro para a compressão dessa história.

Justificativas de Arthur de Bulhões - Concurso de Enredos 12

CONFLITOS DA HISTÓRIA
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,3
Título é tão somente um tema e não traz qualquer carnavalização.
Apresentação
9,4
Apesar de organizada, a apresentação não tem grande apelo estético e o uso excessivo da caixa alta torna a leitura cansativa. Grifar os títulos de seção também tem um efeito visual ruim.
Introdução
9,2
Não há contextualização da proposta apresentada. Não há qualquer anúncio de qual será o fio condutor e não há um ‘mote’ para a escolha temática. A fórmula “por que cada um tem sua história” é inócua e não justificativa minimamente a escolha narrativa.
Sinopse
7,2
Além do péssimo uso do vernáculo que permeia todo documento apresentado, a sinopse padece de dois problemas graves, que comprometem integralmente o recorte temático pretendido. Primeiramente, há uma total imprecisão quanto ao conceito de ‘conflito’. O enredista não deixa claro se pretender abordar tão somente conflitos bélicos ou se pretende usar o conceito mais livremente. Falar da Guerra de Tróia e ao mesmo tempo da luta contra a corrupção é absolutamente frágil como narrativa, ou mesmo como compilação temática, pois as pontes beiram o inexistente. Em segundo lugar, há erros factuais. Não houve qualquer conflito por independência de colônias ibéricas antes do fim do século XVIII (a sinopse fala de conflitos por independência entre os séculos XVI e XIX).
Ainda que se tratasse de um enredo sobre a ‘guerra’, parece-me muito pouco satisfatório enquanto proposta de carnaval a ausência completa ao ‘espírito da guerra’, às divindades, à mitologia e todos os elementos culturais que poderiam conduzir a abordagem do tema.
Roteiro
8,0
Setor 1: A menos que a descrição das fantasias fosse muito mais minuciosa e o referencial semiótico da indumentária fosse além da cor branca representando a paz, o setor, contando apenas com comissão de frente e mestre-sala e porta-bandeira não se sustenta narrativamente. A ideia de uma comissão de frente pedindo a paz não é ruim, apresenta o enredo de maneira generalista, mas a inclusão do casal e falta de peso semântico de sua fantasia é bem inconsistente.
Setor 2: Em um enredo que propõe um recorte tão longo, a opção por usas 2 alegorias em um mesmo período é bastante arriscada. Não há precisão na descrição das alegorias ou fantasias (Ex.: Carros com esculturas da Roma antiga...QUAIS?). Além disso, falta mais informação histórico-artística. Branco e Vermelho não eram as cores que tingiam todos os monumentos romanos. A bem da verdade, um colorido bastante diverso ornava os templos clássicos.
Setor 3: Muito boa a proposta da alegoria 3. Contudo, persiste a imprecisão na descrição das fantasias. Só se fala em cores.
Setor 4: Há um problema de cronologia entre a bateria e ala seguinte. A independência dos EUA ocorre anteriormente à Independência do Brasil. Há uma repetitividade de elementos em referência à independência do Brasil e não há qualquer menção à América espanhola.
Setor 5: A guerra do Paraguai ocorreu no século XIX. Apenas uma ala para as guerras mundiais é muito pouco. Caberia uma alegoria para os conflitos mundiais.
Setor 6: Setor quebra a linearidade narrativa do enredo.
Exploração-Temática
8,5
Apesar de algumas soluções interessantes como a alegoria 3, não há, em termos gerais, soluções visuais que consigam ir além da literalidade ou que consigam trazer referenciais culturais mais adequados à celebração da cultura que é o desfile de escolas de samba. Há um amálgama de clichês como ratos para falar de corruptos.
Conjunto Artístico
8,0
O enredo não consegue em momento algum carnavalizar sua linguagem. É linear e extenso, sem conseguir justificar suas escolhas. As soluções visuais são previsíveis.


SINGULAR: GEISTER MASCHINEN
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,6
Há conexão entre título e a proposta. O principal problema, que compromete o título, é que o enredo é um grande emaranhado de ideias desconexas, o que torna impossível um título que o abarque plenamente.
Apresentação
9,8
Há um grande zelo com o documento apresentado, boa escolha das fontes, elementos visuais, etc. Contudo, os vídeos acrescentam muito pouco ao entendimento da proposta. A extensão também não ajuda.
Introdução
9,9
A demonstração de como as máquinas continuam na ordem do dia e como se desenvolvem independentemente de nossa vontade é bastante feliz. O grande problema é que a sinopse e a justificativa entram em total diafonia com a introdução.
Sinopse
9,3
Há uma experimentação literária que beira o pedantismo intelectual. Personagens são apresentados em um contexto que permanece hermético. Há uma brusca transição temática das máquinas à loucura que torna a comunicação da mensagem algo muito difícil. Além disso, apesar da mobilização de todo um repertório geek, o texto vai perdendo gradativamente o interesse geral.
Outro elemento é que seria uma sinopse ingrata para embasar a composição de um samba. Quem sabe um metal progressivo...
Roteiro
9,7
O roteiro consegue, miraculosamente, propor soluções visuais para a profusão de ideias trazidas pela sinopse. Contudo, assim como todo o enredo, ao padecer de um  grande hermetismo, corre sério risco de parecer ao espectador uma grande procissão de ícones da cultura geek.
Exploração-Temática
9,0
O enredo é um grande mergulho nas distopias, na cultura geek, na ficção científica. Há uma interessante preocupação em trazer imagens mentais e há uma boa pesquisa de materiais e de linguagem visual na roteirização. Contudo, um enredo conta uma história a um público e essa comunicação é muito difícil dado o hermetismo do tema e o hermetismo da escolha narrativa.
Conjunto Artístico
9,0
O enredo é minucioso na descrição das representações propostas. Curiosamente, o autor parece muito certo da história que quer contar. Contudo, o autor não parece preocupar-se se alguém quer vai querer ouvi-lo. Parto do pressuposto de que um enredo de escola de samba deve servir ao samba, ao povo do samba, ao desfilante e ao brincante. O enredo simplesmente não tem essa empatia. Um enredo de escola de samba não pode referir-se ao Brasil como um país primitivo. O desfile de escola de samba deve primar pela identificação e não pelo pedantismo intelectual. Ele deve agregar antes de afastar. De positivo, fica a arrojada experiência estética. Contudo, essa é uma experiência solipsista. Solipsismo e carnaval são autoexcludentes.

DRAG-SE: A ARTE DA TRANSFORMAÇÃO
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
10
Finalmente um enredo com referências bibliográficas!
Introdução
10

Sinopse
10
Sugiro apenas a apresentação do setor 1, que fala do teatro elisabetano, como “prólogo”. Com efeito, a narrativa do enredo é, essencialmente, concentrada nos séculos XX e XXI. Para impedir que alguém atribua ao enredo uma lacuna temporal entre a época de Shakespeare e o século XX, valeria a pena adotar a denominação de prólogo para essa parte. Ainda assim, parabenizo pelo ótimo trabalho de pesquisa.
Roteiro
10
Gostaria apenas de sugerir uma reflexão sobre o plano cromático. Há um excesso de tons pastéis na cabeça da escola. Acho que tons de rosa, salmão, sépia, poderiam dar o mesmo efeito de ‘golden age’ desejado para a representação da era elisabetana, mas com um pouco mais de vivacidade e alegria, como o tema pede.
Também há uma repetição da cor cinza, que poderia ser substituído pelo lilás.
Exploração-Temática
10
O enredo tem a força de trazer as drags como figuras poderosas, triunfantes e donas de uma rica história cultural. Isso é carnaval em estado puro!
Conjunto Artístico
10
Enredo corajoso, bem pesquisado, combativo sem perder o requinte. Muito legal ler e ficar com a pergunta: “Por que não foi pra avenida, ainda?”

O MILAGRE DAS RAPOSAS AZUIS
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
9,8
A ‘explicação’ fica muito longe da ‘introdução’ e o autor considera os dois itens complementares.
Introdução
10
O verso mais a explicação funcionam bem e formam um bom conjunto com o título.
Sinopse
10
Propõe uma alegoria do feito do Leicester City, campeão inglês. É uma boa solução narrativa para tratar do tema.
Roteiro
9,9
O autor é muito feliz em fazer a transposição da história do Leicester em uma história mítica. Minha única ressalva é a referência à Chapecoense, que não é tão explícita, talvez um pouco forçada, mas que não compromete o enredo.
Exploração-Temática
9,9
A narrativa alegórica é muito interessante. Contudo, o referente (o caso do Leicester) é distante da realidade do brincante, de certo modo. Isso leva ao risco de a narrativa não encontrar uma empatia imediata com o interlocutor.
Conjunto Artístico
9,9
O universo ficcional criado pelo enredista é muito bom. Contudo, utilizar duas bandeiras dos clubes citados é uma solução prosaica para elucidar a metáfora.

A HISTÓRIA DO DINHEIRO...A IMPÉRIO DE OLARIA VALE OURO, VALE A SUA FELICIDADE, NOSSO MAIOR TESOURO
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,9
O título cria a expectativa de uma brincadeira entre dinheiro e felicidade que não se concretiza no enredo.
Apresentação
10
Conseguir visualizar as fantasias é realmente muito bom.
Introdução
10

Sinopse
9,7
A sinopse apresenta alguns erros factuais, como a data da chegada da família real ao Brasil.
Há uma indecisão quando ao modelo narrativo. Por vezes, o enredo parece buscar um desenvolvimento linear. Em outros momentos, parece querer uma segmentação temática. Ex.: O final com o carnaval sem dinheiro. Pessoalmente, acho que o enredo se beneficiaria em abrir mão da linearidade e segmentar-se em subtemas relacionados ao dinheiro.
Roteiro
9,9
A proposta da comissão de frente não apresenta o enredo em caráter geral, nem dialoga com o primeiro setor.
Exploração-Temática
9,6
A indecisão entre linearidade e divisão temática compromete a capacidade narrativa do enredo.
Conjunto Artístico
9,9
A setorização acaba trazendo transições muito bruscas entre os momentos narrativos, o que traz a sensação de que o enredo não é fluido, mas quebrado em partes que dialogam pouco.

CIÇO, MEU PADIM
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
10

Introdução
9,9
Recomendo apenas o cuidado com a expressão “religião sertaneja”
Sinopse
10
Sinopse em verso com bom potencial descritivo e boa para embasar composições.
Roteiro
10

Exploração-Temática
10
Apesar da linearidade bem tradicional do enredo, há soluções bonitas, que trazem emoção e estética, como a comissão de frente.
Conjunto Artístico
10
Enredo sensível, relevante e emocionante. Gostaria muito de ver desfilar.

ALQUIMÍDIA
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
10
Com destaque para a ótima logo
Introdução
10
Bom equilíbrio entre humor e crítica. Vale destacar o ótimo uso do vernáculo.
Sinopse
10
Bem escrita e a justificativa é muito precisa em entrelaçar mídia e carnaval.
Roteiro
10
Desenvolvimento elegante e muito carnavalizado com um tema que poderia ser árido. O último setor que faz a ponte entre o poder transformador da mídia, a glória e o carnaval é muito bom. O carnaval tem essa eterna possibilidade de falar de tudo, mas desde que se respeite o carnaval e esse roteiro é muito sensível nesse aspecto.
Exploração-Temática
10
O enredo foge à linearidade narrativa, o que o tornaria previsível: Gutemberg, a opinião pública na Revolução francesa, técnicas primitivas de comunicação. Isso é muito meritório. Há uma aposta decidida em uma linguagem moderna, em uma temporalidade contemporânea e uma segmentação em dimensões do mesmo tema. A brincadeira com a alquimia e o poder fabricador da mídia funciona muito bem ao longo de todo o desenvolvimento.
Conjunto Artístico
10


PERCORRENDO CAMINHOS, ULTRAPASSANDO FRONTEIRAS, HISTORIANDO NOSSO BRASIL
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,9
Claro, objetivo, mas pouco carnavalizado
Apresentação
10

Introdução
10

Sinopse
9,8
Sinopse bem escrita, clara e detalhada. Segue bem de perto o plano do livro de Sérgio Buarque de Holanda. Contudo, a culminância de todo o movimento de pessoas, de todo o deslocamento, de toda essa complexa dinâmica histórico-cultural ser a figura do caipira é uma síntese um pouco aquém da importância do bandeirismo e da interiorização do Brasil.
Roteiro
10

Exploração-Temática
9,8
Abordar o bandeirismo deveria trazer a expansão do território do Brasil como culminância. A exaltação da conquista do interior e a contraposição crítica do conflito com o indígena são ausências sentidas pelo jurado.
Conjunto Artístico
9,9
Apesar da bela proposta narrativa, o enredo corre o risco de sugerir soluções visuais já comuns em propostas sobre o homem do campo e o caipira.

SEM PERDER O FIO DA MEADA, DE FIO A FIO, NOSSA HISTÓRIA É CONTATA
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
10

Introdução
10

Sinopse
10
Sinopse que consegue conciliar lirismo e capacidade descritiva. Ajudaria muito uma ala de compositores.
Roteiro
10
Gostaria apenas de fazer algumas sugestões.
A tradição de dar o ‘fio do bigode’ como garantia da credibilidade da própria palavra poderia vir próxima à ala do bigode grosso.
Em um enredo que traz um setor que dialoga com a modernidade, poderia haver a menção ao ‘wireless’, um questionamento sobre a possibilidade de um mundo sem fio.
Há também os fios do carnaval: a serpentina, os cabos das esculturas de Parintins, as fitas de led, o neon de Renato Lage...
Exploração-Temática
9,9
A inspiração em enredo magistral de Rosa Magalhães sobre os fios de cabelo foi complementada por um ótimo trabalho de pesquisa e uma proposta muito sensível. Senti apenas falta do ‘wireless’ no desenvolvimento.
Conjunto Artístico
10


SANTO AGOSTINHO: CONFISSÕES DE UMA VIDA PROFANA E SAGRADA
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,6
Título apenas objetivo, mas sem carnavalização. Aliás, qual vida não é profana e sagrada?
Apresentação
9,8
Diagramação torna a leitura cansativa. A fonte da logo não dialoga bem com a foto.
Introdução
9,6
O trocadilho com o título ‘confissões’ é pobre e a introdução mantem a aridez do título. Não se “chega” a uma canonização, porque canonização é uma atribuição póstuma, não é um objetivo de vida.
Sinopse
9,5
A sinopse é um mero resumo biográfico, não lança o mote do enredo, não dá o caminho para uma proposta de carnaval. É como entregar um artigo da Wikipédia para a ala de compositores.
Roteiro
9,4
Comissão de Frente: o duelo entre fé e razão não é, talvez, a melhor opção para sintetizar a história de Santo Agostinho. A redenção de Agostinho está no encontro entre razão e fé, fé como razão, que o leva a tornar-se doutor da Igreja e Santo.
Ala 1: o ícone da lâmpada como sinal de boa ideia é uma escolha iconográfica anacrônica para a proposta.
A defesa da inclusão da ‘oratória’ no setor do profano é problemática.
Falta uma ala que dialogue melhor com a alegoria 3
Ao invés da linearidade, talvez o roteiro pudesse ter sido proposto divido nas duas cidades idealizadas por Agostinho e isso indicaria os dois momentos de sua vida.
Exploração-Temática
9,3
O enredo conta a vida de Agostinho de maneira linear e acaba trazendo contradições dentro dos setores do roteiro (Ex.: oratória no profano)
Conjunto Artístico
9,6
Há um excesso de literalidade (Ex.: Luz da verdade: carro branco com leds, tripé com uma imagem de santa pura e simples)

TOTEM
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
9,9
Fontes de título e texto estão desproporcionais entre si
Introdução
9,9
“Pele vermelha” é uma denominação utilizada pelo conquistador branco em relação aos índios americanos do Oeste. Não é o melhor termo para se referir às comunidades que batizaram o objeto do enredo, segundo a defesa proposta.
Sinopse
9,7
A sinopse fica restrita a definir ‘totem’, mas mostra pouco qual será o mote narrativo. Dificultaria o trabalho dos compositores.
Roteiro
9,6
O roteiro começa na pré-história buscando as origens do totemismo e traz a impressão de que uma história de longa duração será contada. Depois, se concentra no totemismo dos índios norte-americanos, o que deixa o primeiro setor um tanto desconexo.
Exploração-Temática
9,0
O enredo aborda o totem em um conjunto de culturas muito próximas e não aproveita as variadas possibilidades que contar uma história do totemismo permite. Seria possível falar de máscaras rituais e de guerra, da leitura psicanalítica do totemismo, da cultura dos amuletos, das carrancas...
Conjunto Artístico
9,6
O enredo não explora bem as possibilidades do tema e acaba falando de uma forma de totem, quando poderia abordar o totemismo como um todo.

SOLARIS
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,8
Claro, mas sem carnavalização
Apresentação
10

Introdução
9,9
Algumas expressões deixam a leitura truncada. Ex.: “Ela tornou possível a vida em nosso planeta, e essa passou a se fascinar...”; “um dos frutos da vida”
Sinopse
9,8
A sinopse não deixa clara a opção narrativa. Há também um aspecto monolítico na proposta. A proposta aborda vários cultos ao Sol, quando poderia explorar uma gama maior de manifestações culturais sobre o astro-rei.
Roteiro
10
O roteiro consegue deixar claro encadeamento narrativo, o que a sinopse não fez.
Exploração-Temática
9,8
O enredo traz uma boa pesquisa, mas não parece propor o enlaçamento entre o sol e o carnaval.
Conjunto Artístico
9,9
O tema é riquíssimo, mas a proposta não consegue ir além de uma erudição sobre mitos solares correndo o risco de não se comunicar com o público

1,2,3, Já contei e vou contar outra vez
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
9,8
Claro, mas não se confirma no desenvolvimento o mote do ‘contar’
Apresentação
10

Introdução
9,9
A ideia de tratar do conceito de número e dos sistemas de numeração nesse espaço é desperdício porquanto a abordagem e a opção narrativas poderiam ser melhor explicitadas.
Sinopse
9,8
A sinopse é clara e detalhada. Contudo, falta-lhe carnavalização.
Roteiro
10
O roteiro consegue deixar claro encadeamento narrativo, o que a sinopse não fez.
Exploração-Temática
9,8
Há um grande passeio pela história da matemática, mas não parece haver um elemento lúdico. Parece uma grande aula.
Conjunto Artístico
9,9
O tema é rico, mas falta uma abordagem com comunicação com o público. Falta um pouco de humor.

O místico encanto do Ahyahuasca
Sub-quesito
Nota
Justificativa
Título
10

Apresentação
9,8
Alguns problemas de diagramação e as fontes do título são totalmente fora de moda.
Introdução
9,6
A Introdução não diz o que quer o enredo.
Sinopse
9,7
A sinopse apresenta o tema em detalhes, mas não faz uma opção narrativa. Não há um enredo. Há uma coleção de informações sobre um tema.
Roteiro
10
Bom nível de detalhe e representações visuais adequadas
Exploração-Temática
9,8
Escolha temática relevante, mas a sinopse não transforma a pesquisa em enredo.
Conjunto Artístico
9,9
O tema é rico, mas é como se os setores fossem paralelos. A proposta visual é muito boa, mas o documento apresentado tem problemas linguísticos e de concepção.


Marcadores