Atenção carnavalescos e presidentes de escolas de samba!

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Enredo HC 937: Dos Folhetins À TV – José De Alencar, Nosso Eterno Guarani

 Sinopse Do Enredo: “ Dos Folhetins À TV – José De Alencar, Nosso Eterno Guarani ”
Está é uma apresentação especial este enredo disputou o PRIMEIRO CONCURSO DE ENREDOS. 

Autor: Silvio Ricardo Bernardes Rocha

Introdução Ao Setor I:   Destacaremos nesse setor os seguintes itens:

-          Toda Sua Vida. Desde Menino Até Sua Morte


Setor I: “ Vida Do Maior Escritor Brasileiro”






                Em 1829, nasce em Macejana, perto de Fortaleza, Ceará, em 1º de maio José Martiniano de Alencar, mais conhecido como José de Alencar. José muda-se com a família para o Rio de Janeiro em 1830. Já em 1840, José de Alencar está matriculado no colégio de Instrução Elementar. Em 1846, em São Paulo ele ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, mas em 1848, transfere-se para a Faculdade de Direito de Olinda. Ele volta em 1850, para São Paulo e se forma em Direito. Depois de quatro anos de formado inicia, no Rio de Janeiro, sua colaboração no correio Mercantil. Dois anos se passam, e José de Alencar trabalha como redator-chefe do Diário do Rio de Janeiro. Publica as cartas sobre a confederação dos Tamoios. E estréia na ficção com o romance Cinco Minutos. Em 1857, publica com grande repercussão O Guarani, primeiro em folhetins, depois em livro. Três anos depois, falece o pai do escritor-José Martiniano de Alencar-que fora revolucionário e político influente. José de Alencar elege-se deputado em 1861. Reeleito em varias legislaturas subseqüentes: Em 1868 foi ministro da justiça durante dois anos no Gabinete Conservador. Ele abandona a carreira política em 1870, magoado com o imperador Pedro II. Sete anos depois vítima de tuberculose, viaja para a Europa, tentando curar-se. Mas falece no Rio de Janeiro em 12 de dezembro.


Introdução Ao Setor II:   Destacaremos nesse setor os seguintes itens:

-          A Época Em Que José De Alencar Viveu E Fez Suas Grandes Obras.


Setor II: “ Época Do Romantismo ”






O momento histórico em que ocorre o surgimento do Romantismo no Brasil, 1808, coincide com a chegada da família real, que traz para o Rio de Janeiro as novas tendênciaseuropéias. Os ideais da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos fazem crescer no Brasil o desejo da independência, desejo esse realizado em 1822. Nossa independência coincide com a necessidade de passarmos a produzir literatura genuinamente brasileira, ainda que fortemente marcada pela influência européia. Com o declínio da monarquia escravocrata, a partir de 1870 o Romantismo brasileiro também entra em declínio, com o surgimento de manifestações realistas. Mas se considera o final do Romantismo brasileiro a publicação de O Mulato, de Aluísio Azevedo, em 1881.

Introdução Ao Setor III:   Destacaremos nesse setor os seguintes itens:

-          O Estilo De Escrever De José De Alencar.


Setor III: “ Estilos De Um Grande Escritor ”








Ao se ler uma obra qualquer de José de Alencar, não se pode perder de vista a época da qual remontam seus romances. A precisão de que faz uso ao descrever os ambientes internos e a natureza podem tornar essa leitura enfadonha. Mas essa descrição precisa permite que consigamos "enxergar" os ambientes e nos reportemos aos mesmos. Para melhor analisar a obra, e consequentemente o estilo de José de Alencar, é mister dividir seus romances em quatro grupos:

-          1º Grupo: Romances Urbanos ou de Costumes:

O ambiente desses romances é a sociedade carioca da época do Segundo Reinado.
O enredo gira em torno de intrigas, desigualdades econômicas, mas o amor superando barreiras e vencendo sempre. Até mesmo em Lucíola, onde a protagonista é uma jovem prostituta, é o amor que vence, pois ela se julga indigna do amor e não luta contra a doença que a mata.  José de Alencar apresenta também nesses romances uma preocupação em desvendar os mistérios da alma feminina, analisando psicologicamente suas personagens. Enquadram-se nesse grupo os romances Cinco Minutos, A Viuvinha, Lucíola, Diva, A Pata da Gazela, Sonhos D"Ouro e Senhora.


-          2º Grupo: Romances Regionalistas ou Rurais:

Buscando retratar várias regiões do Brasil, José de Alencar escreveu O Sertanejo (o sertão nordestino), O Gaúcho (os pampas gaúchos), Til (o interior de São Paulo) e O Tronco do Ipê (interior do Rio de Janeiro). Procurou ressaltar nesses romances o relacionamento entre o homem e o meio ambiente.

-          3º Grupo: Romances Históricos:

Seus dois romances de cunho histórico retratam o período colonial brasileiro: As Minas de Prata (que retrata o início da procura de metais) e A Guerra dos Mascates que narra a briga entre Olinda e Recife).

-          4º Grupo: Romances Indianistas:

Com esses romances indianistas, O Guarani, Iracema e Ubirajara, José de Alencar atingiu maior sucesso público. O índio presente em seus romances, condizente com a Escola Literária que faz parte - o Romantismo-, é um índio europeizado, alto, forte e saudável. É sempre o índio que absorve a cultura do branco e a ela se integra.  Nos romances O Guarani e Iracema há uma grande preocupação também com a descrição histórica, inclusive com a mistura de personagens reais e fictícios.

Introdução Ao Setor IV:   Destacaremos nesse setor os seguintes itens:

-          Obras De José De Alencar.



Setor IV: “ As Obras De José De Alencar ”







Magnífico pintor da natureza e de cenas típicas de várias regiões do país, e dotado de um gênio poético dos mais poderosos, José de Alencar celebrizou-se principalmente pelos seus romances indianistas, nos quais recriou, com base mais lendária do que histórica, o tipo e o mundo do silvícola brasileiro, aos quais emprestou coloração mítica e heróica. Sua produção romanesca pode classificar-se em três grupos: a) romance histórico (em que se incluem os de feição indianista); b) romance urbano; c) romance regionalista. Cultivou, ainda, o teatro, a crítica, a crônica e o ensaio. Foi patrono da cadeira n.º 23 da Academia Brasileira de Letras.

Romances:

Urbanos

·         Cinco minutos (1856)
·         A viuvinha (1857)
·         Lucíola (1862)
·         Diva (1864)
·         A pata da gazela (1870)
·         Sonhos d'ouro (1872)
·         Senhora (1875) Encarnação (1893)

Regionalistas

·         O gaúcho (1870)
·         O tronco do ipê (1871)
·         Til (1872)
·         O sertanejo (1875)

Históricos e indianistas:

·         O guarani (1857)
·         Iracema (1865)
·         As minas de prata - lº vol. (1865)
·         As minas de prata - 2º vol. (1866)
·         Gerra dos Macates - 1º vol. (1871)
·         Alfarrábios (1873)
·         Gerra dos Mascates - 2º vol. (1873)
·         Ubirajara (1874)

Teatro:

·         O crédito (1857)
·         Verso e reverso (1857)
·         O Demônio Familiar (1857)
·         As asas de um anjo (1858)
·         Mãe (1860)
·         A expiação (1867)
·         O jesuíta (1875)

Crônicas:

·         Ao correr da pena (1874)

Autobiografia intelectual:

·         Como e por que sou romancista (1893)

Crítica e polêmica:

·         Cartas sobre a Confederação dos Tamoios (1856)
·         Ao imperador: cartas políticas de Erasmo e novas cartas políticas de Erasmo (1865)
·         Ao povo: cartas políticas de Erasmo: o sistema representativo (1866)


Introdução Ao Setor V:   Destacaremos nesse setor os seguintes itens:

-          Um Dos Maiores Patrimônios Do Ceará, O Teatro José De Alencar.



Setor V: “ Memórias De Um Grande Escritor – Teatro José De Alencar”







A pedra fundamental do prédio que seria o Theatro foi lançada em 1896, no centro da praça Marquês do Herval, hoje praça José de Alencar. Mas o projeto não foi concretizado e dois concursos públicos foram realizados. No entanto, a obra realmente construída pouco tem das linhas apresentadas nos concursos. A idéia de construir um teatro jardim foi concebida através do projeto do capitão Bernardo José de Melo. Em 1904, na segunda administração de Nogueira Acioli , é oficialmente autorizada a construção do Theatro José de Alencar através da lei 768, de 20 de agosto. Porém, passaram-se ainda quatro anos para as obras começarem, exatamente no dia 06 de junho de 1908, quando toda a estrutura metálica já se encontrava em Fortaleza e foi apresentada em praça pública numa grande exposição. As peças metálicas vieram de Glasgow, na Escócia, importadas pela Casa Boris e fundidas pela Walter Mac Farlane & Companhia. No início do século, ao fazer o projeto arquitetônico do Theatro José de Alencar, o capitão Bernardo José de Mello imaginou um teatro - jardim. Mas o jardim mesmo só foi construído anos depois da festa de inauguração, na reforma de 1974 a abril de 1975. Ele ocupa todo o espaço vizinho ao Theatro, pelo lado leste, onde havia antes um prédio que primeiro abrigou o Quartel de Cavalaria e em seguida o Centro de Saúde. Foi demolido em 1973.
Um novo prédio foi incorporado ao Theatro José de Alencar na reforma de 1989 a 1990. Identificado como anexo, o prédio situa-se no lado oeste, logo atrás da antiga sede da Faculdade de Odontologia. Possui 2.600 metros quadrados e dois pavimentos, com acesso independente pela rua 24 de Maio.













ORGANOGRAMA DO DESFILE:

Comissão De Frente: O Menino Da Corte
Abre Alas: Corte Portuguesa No Brasil
Ala 1: Terra Natal
Ala 2: 5 Minutos
Ala 3: Escritor Do Correio Mercantil
Ala 4: Memória de um Sargento De Milícias
Ala 5: Brasil – A Grande Epopéia
Ala 6: Os Folhetins

Carro Alegórico 2: O Romantismo
Ala 6: Revolução Francesa
Ala 7: Independência Americana
1° Casal De Mestre Sala E Porta Bandeira: Independência Brasileira
Ala 9: Manifestações Realistas
Ala 10: O Mulato

Carro Alegórico 3: Estilos De Romance
Ala 11: Romance Urbano
Ala 12: Senhora
Ala 13: Romances Regionalistas
Bateria: O Gaúcho
Passistas: Sertanejo
Ala 14: Romances Históricos
Ala 15: A Guerra Dos Mascates
Ala 16: Romances Indianistas
Ala 17: Ubirajara
Tripé 1: O Guarani
Carro 4: Novelas - Iracema

Carro Alegórico 5: Olhos De Um Escritor Para O Brasil
Ala 17: Pintor Da Natureza
Ala 18: O Teatro – As Asas De Um Anjo
Ala 19: A Crítica - Cartas Sobre A Confederação Dos Tamoios
Ala 20: A Crônica - Ao correr da pena
Ala 21: Patrono Da Academia De Letras

Carro Alegórico 6: Teatro José De Alencar
Ala 23: O Projeto Arquitetônico
Ala 24: Peças Metálicas
Ala 25: Peças No Teatro
2° Casal De Mestre Sala E Porta Bandeira: Os Consertos


 1

ÍNDIOS - MUITOS ÍNDIOS - Abrindo o aquecimento do Concurso de Enredos

Se vamos ter muitos Índios neste concurso como tema principal ou secundário, nada melhor do que começar com uma bela música para aquecer isso que vem aí!


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Tudo pronto para o desfile do NONO CONCURSO DE ENREDOS!!!

Finalmente a hora está chegando!!!



Amanhã - 18 horas aqui no site de meia em meia hora será publicado um enredo! Não perca!



Se prepare! Vem aí a primeira noite do NONO Concurso de Enredos

Finalmente a hora da verdade está chegando! O NONO Concurso de Enredos se aproxima e a semana de desfiles do Concurso de Enredos é exatamente na semana depois do desfile das campeãs do Carnaval do Rio.
Serão 44 desfiles, 36 enredos disputando o título e 39 enredos inéditos!
A primeira noite será na Sexta-feira (19 de Fevereiro) e você poderá conferir AGORA 11 enredos!
Tem muita coisa boa nesta primeira noite, se prepare!
18h Para abrir o concurso, chega “ Dos Folhetins À TV – José De Alencar, Nosso Eterno Guarani ” enredo que vai falar da vida e da riquíssima do grande escritor indianista.Este enredo é uma apresentação especial, não participa da disputa por notas, é Hors Concours.


O momento histórico em que ocorre o surgimento do Romantismo no Brasil, 1808, coincide com a chegada da família real, que traz para o Rio de Janeiro as novas tendências européias. Os ideais da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos fazem crescer no Brasil o desejo da independência, desejo esse realizado em 1822. Nossa independência coincide com a necessidade de passarmos a produzir literatura genuinamente brasileira, ainda que fortemente marcada pela influência européia.

18h 30min Também Hors Concoursvamos continuar com índios e eles vêm para tomar conta de tudo! Se segure porque De Khmeres a Guaranis, os índios tomam conta… do mundo! INTEIRO!
Esse enredo jamais foi contado da forma que será contado agora [...] Eu pretendo misturar países, aparentemente diferentes, em um único enredo, com um simples e famoso elo de ligação: índios.

19 hs Alô mundo do samba!!! Abrindo a disputa oficial vamos de “As Criações de João Nogueira e seus Companheiros ... Inspiração nas Coisas Simples da Vida’’ enredo do MARCOS JUNIOR vamos ter João Nogueira, suas criações, parceiros, além de Portela e Tradição!

Passando por grandes obras numa viagem no tempo e na música, vendo o nascer da inspiração, o ritmo do samba na cultura brasileira vai ser visto, o som , o sarau, a melodia tudo do samba na vida de João Nogueira , e claro, as queridas escolas de samba como Portela e Tradição.


19h 30min Nada de minuto de silêncio, vamos ter é muito barulho! Com “Bienvenidos! É festa no céu, é festa no México! O dia de los muertos em celebração da vida! De Rodrigo Lopes.” Enredo que irá falar da festa dos Mortos!



Diferente do Brasil, o México encara a Morte de uma maneira simbólica bem interessante: eles cultuam seus entes queridos para que eles não sejam esquecidos pela sua eternidade.
Vamos descobrir outros lugares e suas peculiaridades ao encarar o dia dos finados.
E no fim, carnavalizar!
Descobrir que as duas festas têm um único objetivo manter viva a lembrança, seja de alguém que já se foi, ou de nossa cultura!
Arriba muchachos e viva los muertos!
20 hs Vamos ver um interessante paralelo entre mitologia grega e uma cidade de Goiás, em comum o mesmo nome Ceres!  “Ceres, a Deusa dos Cereais também é cidade no interior de Goiás” é enredo de Lucas Xavier Sousa, confira:
Vamos começar o desfile com a história da Deusa dos Cereais, todas as suas crenças e seus dramas, e depois vamos mostrar que a ligação da Deusa com a cidade Ceres vai muito além do nome, mostraremos como se formou e como está a cidade.
20hs e 30min Chegará a hora do quarto enredo que irá falar justamente do “número 4 – Quebrando profecias!” Enredo de Douglas Quinto que depois de ficar em quarto lugar tem medo do azar.
O enredo parte de um jogo de dados, onde estramente sempre da o número 4, para desvendar esse mistério embarcamos na história e vemos que na Ásia, mais precisamente, chineses, Japoneses, coreanos e taiwaneses, o  número 4 é um número ruim, nada referente a esse número pode ser feito, conhecido como o numero da morte. Até que chegamos ao concurso de enredos onde jamais o 4º colocado escreveu no concurso seguinte, vemos todos os enredistas que passaram por isso e a estranha parada no tempo que o concurso deu após sua 4º edição. Depois, o autor busca a solução para o caso é ver em seu potencial em sua sabedoria a solução, tendo em vista que a rede de dormir não era amaldiçoada nem nada.
21hs – O quinto enredo da noite é aguardadíssimo, chegará Neni Cabral que irá nos trazer o grande humorista Costinha!

A acadêmicos do Cabral tem orgulho de apresentar: Lírio Mário da Costa, um dos comediantes mais famosos da história do rádio, teatro, cinema e Tv que o Brasil já teve.
Lírio teve fama por caretas engraçadas e piadas picantes, mas nosso homenageado era muito mais que isto, um artista completo que começou cedo, e com muita luta e porque não, cara de pau, venceu na vida e se tornou um dos artistas mais queridos de sua época e até hoje deixa muita saudade. 
21h 30min - Virá um enredo literalmente de peso, o campeão do Quinto Concurso, Fabio Granville, tentará mais um campeonato e trazendo “Um carnaval de peso – tem gordo na folia – do glutão ao obeso, nossa fome é de alegria” enredo que pretende não deixar nenhum espaço para a concorrência.

Para este carnaval, trataremos sobre a história da obesidade. Essa doença que já virou epidemia e se alastra pelo mundo. Porém, iremos mostrar que nem sempre o gordo foi tratado como um doente. Pelo contrário. As primeiras visões, de uma sociedade que vivia no caos, eram de que o gordo era um grande poderoso que ostentava sua barriga de glutão. Mas isso durou pouco tempo e a moral do gordo foi sendo afetada culturalmente.
Abordaremos também a importância da introdução dos números na vida dos gordos e a invenção da balança como fator primordial para tratar desse problema. A visão da medicina voltada para os problemas causados por um corpo obeso também será mostrada neste desfile.
[...]
Por fim, mostraremos que a vida saudável deve ser prioridade para o obeso, oferecendo-lhes diversas mudanças de atitudes, enfatizando a alimentação funcional e propondo um novo estilo de vida.
22hs – E para não perder o pique, O SÉTIMO ENREDO PARECE QUE VEM ENLOUQUECIDO, estamos FALANDO DE “OS REINOS DO UNIVERSO” DE LEO VIDAL.

Teoria Geral da Suprema Realidade: Ionas (Io + oônas), unidades de consciência (O Verbo) – portais entre o Creador e Sua Obra, o Cosmo [...]
22:30 – A noite seguirá forte e será “2 de Fevereiro, Dia  de Festa no Mar” no enredo de Rênio Ramos que vem com Iemanjá e diz que vem para disputar o título!

A celebração transcende a fronteira das crenças religiosas e hoje é parte da cultura brasileira e pode ser vivenciada de Norte a Sul do país. Sendo esta uma das festas mais belas e populares que desperta o sentimento de encantamento pela Senhora das águas.
Sendo assim, o G.R.E.S.V Acadêmicos do Encantando lança o seu pedido como oferenda ao mar de Iemanjá em seu dia Dois de Fevereiro esperando a aceitação pela Rainha do Mar e que em 2016 possa se consagrar campeã do carnaval com este enredo de fé e devoção a sua Orixá de proteção.

23hs - Fechando a primeira noite com chave de ouro, mais um campeão, Beto Limberger tentará o seu terceiro título com “Teko-Porã, o bem viver” trazendo um estilo de vida.

O conceito de “bem viver” para esses povos envolve seus modos de vida, sua relação com a terra e, também, as relações interpessoais. Nosso enredo será centrado no Teko-Porã, o “bem viver” guarani, mostrando como suas lendas, mitos e rituais integram essa visão de mundo em harmonia.
Mais que um enredo, Teko-Porã, o bem viver busca ser um ritual guarani em plena avenida, e, para além, busca ser um grito de paz e esperança na construção de um mundo melhor.
E aguarde, pois a chamada segunda noite vem aí! Você não pode perder! Mais 11 enredos anunciados!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Gostou de um enredo parte dele e deseja copiar


A maior parte dos autores não se importa em ser copiado, saiba mais:

Entenda o que é o Concurso de Enredos
A proposta do Concurso de Enredos é ser uma Oficina de ideias carnavalescas, expomos sonhos de carnaval dos mais variados tipos e níveis, de meninos de 12 anos até carnavalescos profissionais. Nossa intenção e ser um espaço de vanguarda, um espaço livre para quem quiser desejar expor os seus projetos de carnaval com as mais diversas intenções. Desde quem quer se expor e ser um futuro carnavalesco ou enredista, como quem deseja simplesmente colocar no papel as suas ideias.

Enredos copiados ou coincidências
Desde as primeiras edições sabemos que coincidências e "coincidências" acontecem, e vez ou outra, algum enredo termina na avenida ou pelo menos parte dele. Já tivemos coincidências incríveis de carros alegóricos, setores, alas e até enredos inteiros que terminaram no Grupo Especial do Rio de Janeiro, Acesso ou das mais variadas cidades do interior deste país.


Nós do Concurso de Enredos não visamos lucro e nem somos apegados, por isso, PODEM COPIAR ou se INSPIRAR À VONTADE nos enredos do concurso! Nós queremos sim influenciar e contribuir de alguma maneira para gerar um carnaval melhor.
Muitos autores querem mais é ver seus sonhos de carnaval ou parte deles realizados na avenida, sem ganhar nada em troca.

Mas apesar disso ATENÇÃO! Sempre recomendamos a quem desejar copiar, principalmente quando ultrapassa a inspiração, entrar em contado com os autores até por precaução. A maioria dos enredos tem algum contato, é regra do Concurso de Enredos que os autores deixem no mínimo um e-mail divulgado no corpo do texto para alguém se ler poder entrar em contato, então Presidente de Escola ou Carnavalesco, basta procurar no começo ou no final dos enredos que consta nick e e-mail. E raramente algum caso terá interesse financeiro, então não precisa ter medo! Os enredistas não mordem, assim como estão cientes que adaptações serão feitas, a esmagadora maioria também não irá implicar com mudanças e adaptações. 

Do Décimo concurso em diante, será solicitado que o autor se manifeste se importa ou não que a suas ideias serem “copiadas”. O texto que não constar nada escrito significará que o autor não se preocupa com isso.  

sábado, 16 de janeiro de 2016

DATA LIMITE PARA RECEBER ENREDOS - NONO CONCURSO

Eu recomendo enviar até 23h 59 min e 59 segundos de 17/01/2016

Ainda aceitarei enredos considerados eventuais problemas até 6h 0min e 0s de 18/01/2016, o que passar disso é terreno do DÉCIMO CONCURSO BRASILEIRO DE ENREDOS.

Ranking Concurso de Enredos - 16/01/16

Incluído a pontuação dos enredos mais visitados no site de novembro e dezembro.

Tivemos poucas mudanças, tirando Aleff que caiu duas posições sendo ultrapassado pela dupla Leonardo e Rodrigo que tiveram o segundo enredo mais lido em Novembro.


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Contagem dos enredos:

O primeiro concurso teve 19 enredos
O segundo concurso teve 38 enredos
O terceiro concurso teve 21 enredos
O quarto concurso teve 24 enredos
O Quinto Concurso teve 14 enredos
O Sexto Concurso teve 21 enredos
O Sétimo Concurso teve 33 enredos (corrigido, incluindo Nair de Teffé)
O Oitavo Concurso teve 10 enredos
O Nono Concurso está em andamento (18 enredos já entregues) 27 enredos entregues!!!

O Décimo Concurso nem começou e já tem 1 enredo 
Total = 213

A contagem extra oficial já pode contar com 213 pois podemos somar também com Abacateiro, Madame Zizina e ))

No momento o Nono concurso TEM TUDO PARA SER O TERCEIRO MAIOR CONCURSO, SÓ ATRÁS DO SEGUNDO E DO SÉTIMO. e PODERÁ SER O MAIOR CONCURSO DO PERÍODO QUE NÃO É MUITO BOM PARA NÚMERO DE ENREDOS. a SAFRA MAIS FORTE É AQUELA DEPOIS DOS DESFILES, O DÉCIMO CONCURSO DEVERÁ SER MAIOR QUE O NONO. SE O NONO TIVER 20 O DÉCIMO TERÁ 30. 
Fonte: algerian 12

Comic Sans

Falando sobre apresentação dos enredos.


Este texto é escrito em Comic Sans
Acredito que está ok!

sábado, 19 de dezembro de 2015

Os Bastidores da criação - Parte 8 – O corte mais importante

Um dos maiores desafios quando se cria alguma coisa é saber que nem sempre tudo em uma criação poderá ser executado ou concluído. Muitas vezes podemos ter ideias que são completamente inviáveis, no meu caso, eu tenho uma ideia que acho que seria muito legal, mas me custaria muito tempo para executá-la o que me trava e inviabiliza a conclusão final.
Eu não vou ainda dizer do que se trata, mas eu gosto da ideia de apresentar dois enredos em um. Apresentar um enredo dentro de outro enredo. Eu já tinha feito algo parecido em 2003 com Histórias do Ventre da Mãe África em que eu contei a história de Congo e Angola e sob pano de fundo dividi os setores em Eras que eram influenciados por Inkices. A minha ideia com Zizina tinha algo assim, mas era bem mais complexa que revelarei depois do desfile.
Mas eu resolvi que vou deixar apenas Zizina e o pano de fundo vou trazer de maneira mais suave. Eu necessitaria de muita pesquisa e a criação do enredo  para encaixar uma coisa com a outra, Madame Zizina teria que ser coerente para se encaixar com o outro lado. O resultado é que me custaria muito trabalho, se eu não estou conseguindo fazer um enredo inteiro, porque eu vou me meter em tentar fazer algo 2 em 1? O resultado seria uma catástrofe, ou eu não iria terminar nunca ou iria apresentar algo muito confuso e ruim.
É preciso saber desapegar às vezes de coisas mirabolantes, ambicionamos algo tão grandioso que embarramos na simples execução. Sem falar que nem sempre uma ideia pode dar certo, pode ser uma ideia que eu julgo que será legal, dar muito trabalho e nem causar impacto que eu imaginava, talvez até me prejudicasse...

Criação tem disso, nem tudo vai ser sucesso, muitas vezes o que mais apostamos pode dar errado, algo que não apostamos dar certo! Só Deus sabe! E faz parte!

Mas a reflexão desta postagem é simples: "Pé no chão pode ser bom!" E nem tudo criado é fácil de ser executado e muitas vezes no decorrer cortes poderão ser necessários! É preciso saber decidir e não perder tempo demais com coisas que necessariamente podem inviabilizar tudo. 

Os bastidores da criação parte 6 – Os setores

Realmente não é uma coisa fácil, dividir o enredo em capítulos e ter capítulos interessantes.
Um enredo como uma roda, dividida em algumas partes que devem ser iguais e interessantes. 
A divisão de um tema pode ser complexa, nem sempre se consegue ter um determinado número de “tópicos” com força e igualmente proporcionais.
Eu defini desde o começo que eu teria 7 setores, alguns setores já estão certos no meu enredo. Já outros setores podem tanto rolar como serem cortados ou incluídos dentro de algum outro que tenha espaço sobrando e coerente.
A minha maior dúvida é entre os meus setores 1, 6 e 7. Existe a possibilidade de eu unir a ideia que eu tenho nos meus setores 1 e 6, já que são dois pontos que se encaixam na abertura/síntese do enredo que vou querer apresentar de começo.
A ideia do meu setor 6 poderá se encaixar nessas duas posições sem um grande comprometimento cronológico, conforme a posição eu vou mudar o contexto que será inserido. Eu imagino um contexto de consagração, por isso fica para quase o final, já o outro sendo setor de abertura, eu trago a consagração para instigar, abrir largando na abertura: - Como que ela chegou até aqui? Quem seria essa mulher consagrada? E aí depois disso eu começaria a contar a história dela... Seria um tipo de estratégia de mostrar um momento quase que de final, chamar atenção e daí começar a história lá do começo.
Já o meu sétimo setor eu tanto posso ir para algo que represente uma ideia de futuro infinito, como apresentar uma ideia de fechamento pensando em arrematar. Até o momento eu estou com a segunda ideia, mas vez ou outra eu fico pensando em apresentar a primeira ideia. Talvez eu traga um setor bônus para ser revelado depois dos desfiles... (Um tipo de final alternativo) Hhehehe!
E veja só, escrevendo isso pintou essa ideia, já pensou um enredo com final alternativo? Modernidade! Tem muitos filmes, séries, livros que apresentam um final alternativo... Quem sabe eu não tento fazer isso? Vou pensar...
Optei por não revelar ainda os meus setores, algumas pistas eu já dei.
Quais seriam os setores mais importantes no enredo?
Conforme a cidade e número de alegorias isso pode mudar, mas os setores mais importantes em geral são:
- O primeiro setor - É a abertura, é bom começar bem, pegar quem está assistindo já de largada. A primeira impressão é muito importante. (SETOR MAIS IMPORTANTE)
- Setor do meio - Onde fica a bateria, geralmente é um setor bastante valorizado. Também é  o ponto em que as escolas estão inteiras da na pista, pode ser o momento para arrebatar de vez e ser campeão. (TERCEIRO MAIS IMPORTANTE)
- Último setor - É o "grand finale", não dá para se descuidar, é a hora de "lacrar". É importante terminar bem, o jurado está fechando a nota, o público ali se perguntando vai ganhar ou não vai? (SEGUNDO MAIS IMPORTANTE)
E qual seria o menos importante? Geralmente seria o penúltimo, é normal as escolas investirem mais em uma ordem dos setores e nos estratégicos último e setor do meio, já o penúltimo seria aquele que fica por último. Geralmente também é mais fácil errar a mão nele, vc já teve outros setores para vender uma ótima impressão, dá uma caidinha nele e depois limpa a barra com o último setor. Isso também valeria para enredistas, pode crer se deixar um furo no penultimo setor as chances são menores de ser despontuado, do que se errar no primeiro ou no último. Fica a dica! 

Os bastidores da criação - Parte 7 - E a cronologia?

Voltando a falar em cronologia, não é um assunto muito fácil. E nem todo o enredo tem que ser passado em uma linha do tempo exata e perfeita, tudo depende do tipo de divisão que foi estabelecida. Será a divisão estabelecida que deverá dizer se a questão cronológica do enredo deverá ser levada muito em conta ou pouco em conta. O principal também é respeitar e contar algo com sentido, eu posso ir para frente e para trás e contar um história, claro que não posso exagerar nessas passagens... Eu não posso ser confuso e nem caótico. E até se a minha proposta for propositalmente caótica eu terei que guiar o leitor de alguma maneira para esse caos ter algum significado...

Mas onde eu quero chegar, é que é bom lembrar que muitas divisões não são cronológicas, por tanto, não deve respeitar uma linha perfeita de tempo. Se você fala de um cantor e divide o tema em tipos de canções e fala em cada setor de temas dessas canções, por exemplo, canções românticas, canções ecológicas, não vai ter que seguir uma linha perfeita de tempo, seu enredo não é cronológico. Por isso, não será um pecado apresentar uma ala de uma canção ecológica que foi composta em 1992 antes de uma canção romântica que foi composta em 1996 que está em outro setor. O que eu recomendaria neste caso é respeitar a cronologia dentro do setor, ou seja, não botar no mesmo setor um ala de 1984 depois de uma de 1994.
É importante no geral o jurado entender porque cada ala estar ali, ter um sentido daquilo estar “ali e não lá”. E a história ter uma sequência lógica e em lógica não existe apenas a sequencia 1, 2, 3, 4, 5, 6... Ela pode ser variável... Vai do padrão que o autor do enredo estabeleceu, ou seja, da proposta que ele fez de contar essa história. Se o enredo não é histórico ele não obedece um padrão simples de cronologia e PONTO!
Cronologia dos setores
No momento de analisar a cronologia de um setor, em alguns casos, talvez seja mais coerente prestar atenção nos setores. No caso citado antes, vamos imaginar que o determinado cantor começou a fazer sucesso com canções românticas, exatamente por isso o setor das canções românticas veio na frente. Já o setor das canções ecológicas vem atrás, por ser uma temática mais atual, ele no caso começou a fazer sucesso só nos anos 90 com canções ecológicas, por tanto é fácil justificar as canções românticas antes das canções ecológicas. Enquanto a primeira canção romântica desse cantor é de 1965, a ecológica é de 1994, mesmo que ele tenha um sucesso romântico em 2010, não vejo grandes problemas de contar essa história. E a ala de 2010 aparecer antes da ala de 1994, a questão é que a ala de 2010 é a última ala do setor 2, o das canções românticas e a ala de 1994 é a primeira ala do setor 4, o setor das canções ecológicas. Simples!
E tem brechas nisso, as vezes os carros podem trazer as canções mais importantes por ter maior impacto, assim podemos na história que está sendo contada ver um música de 70 depois de uma música de 1996. E de se entender se o autor do enredo optou em dar o carro para o maior sucesso do cantor. Assim como alterar a ordem dos setores organizando por importância, é normal os setores mais importantes serem o PRIMEIRO, ÚLTIMO e o setor da metade do desfile (que pega bateria e ponto que a escola supostamente está inteira na avenida). 
Também é notável que nestes casos pode ser bom não ficar exageradamente citando datas se você não apresenta um tema cronológico. Não se deve ficar chamando atenção demais para algo que não é importante no seu enredo. 

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