Atenção carnavalescos e presidentes de escolas de samba!

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Amanhã tudo será página virada!

O Décimo Concurso de Enredos chegará ao seu final!
Vamos ter o Dona Zica nos próximos dias também e depois tudo acaba!
Mas não podemos deixar nada passar, um fato ocorreu, destaco firmemente que sei que não foi intencional, mas temos sim que prestar atenção.


Temos no geral um grupo de julgadores do Décimo Concurso com pessoas conhecidas e todos sambem quem alguns poderão ser futuros jurados. Eu não escolho jurado pensando em favorecer A ou B e maioria não tem laços de amor com nenhum enredista e nem fidelidade, muitos inclusive já quebraram a cara quando acharam que os jurados eram fieis.

E o fato deles serem conhecidos, alguns até ativos no grupo e isso não poderá ser usado pelos enredistas com intenção de obter favorecimento de nenhum tipo. Não é recomendado ficar mostrando enredo para jurados, ver a sua opinião e se o jurado não gostar depois querer vir  excluir o jurado do processo.

Imaginem se a moda pega, então cada um começa atacar os possíveis jurados, sondando o que acham do seu enredo e se a nota é boa “pode ficar”, se a nota vai ser ruim ‘pode sair”. Isso mesmo inocentemente é uma forma de manipulação. E não pode voltar a acontecer.

Sem dramas, sem acusações, a intenção não é essa, mas temos que evitar. Ok! Avisando para preservar todos de futuros situações constrangedoras.

Podem até conversar com jurados, até mostrar enredo para A ou B. Mas não é recomendado, não posiciono como uma proibição, mas não é das melhores coisas para serem feitas  E a nota dele não deve ser influenciada e nem se ele não gostar do enredo, o enredista querer tirar o jurado por isso. Se tentou antecipar-se paciência, não devia ter feito isso.

No caso mesmo que aconteceu, a pessoa já estava garantida para julgar o Supercampeonato, desde meses atrás. Sair pq terioricamente o enredista sabia que iria perder nota, da maneira com que ficou sabendo, não era uma maneira recomendada.

E a organização (eu aqui) não escolho jurados pensando em favorecer A, B ou C. O Concurso é aberto, a entrada de jurados inclusive é um processo livre e totalmente aberto, inclusive todos podem ajudar na seleção de jurados. Muitos inclusive nesta edição tentaram ajudar e espero que outros também façam (ficar dizendo que não participam, não participam pq não querem ou então TUDO TEM QUE SER como A ou B deseja, pois não gostam de ser contrariados, depois sou eu o que não gosta).


E o que mais queremos é gente espontânea e com disposição para nos ajudar neste evento de Vanguarda. Em um processo limpo, plural, que represente o conjunto de toda a comunidade carnavalesca. Pois Vanguarda é estar na frente e não seguir passos!

Repetindo mais uma vez, o desfile da RECOPA é hoje!


Começa 19 horas - termina 0 h
Resultado final sai 1 h da madrugada! Terminou desfile, balanço final e votação final para eleição do campeão. Que será um entre os enredos que mais se destacaram durante a noite! 

Chaves é um dos enredos que tem o seu destino decidido hoje! Não perca!


Vamos testar o formato hoje, que também será um belo treino para amanhã. É a primeira vez que vamos tentar gerar um campeão assim.
Temos ainda que pensar como fazer, como organizar, com utilizar a manifestação de quem aparecer durante a noite, total ou parcialmente. Erros eventuais também poderão ser corrigidos para amanhã e até a disputa do 11º Concurso (lembrando que a primeira etapa será por votação popular também).

Além de que é vital que seja uma disputa clara e transparente. Mais do que nunca será democrática, a responsabilidade do resultado final passará pela mão de todos. Quem se abstiver estará assinando cheque em branco, não venha nos culpar depois.

E destacar: Quanto mais votos, menos a organização terá que intervir. Poucos votos a intervenção terá que ser maior, por isso é sim vital que PARTICIPEM!

E o fato é que o Campeão, seja lá quem for sairá! Pode ter 100 ou 1 aqui somente, vai terminar em poucas horas a Recopa!
Quem não estiver aqui não poderá reclamar. Pois foram convidados para participar da festa!

Aqui as portas sempre estão abertas e sempre estiveram para todos. E se um dia foram fechadas para alguém, não foi uma opção da organização (foram casos de trapaças e birras infantis). 

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Vamos terminar o 10, o 11 já bate na porta.

E eu já estou pensando no 12 e já tenho até o 13 na cabeça (que poderá ser surpreendente).

Dificuldades sempre teremos, não é fácil, ainda mais que é muita cobrança, as exigências são enormes. Vez ou outra me senti até já sendo tratado como "empregado". Tem que ser perfeito sempre, muitas vezes agradar todos sempre, qualquer coisa já pode ser motivo para polêmicas e tretas.

Organizador de Concurso deveria ter curso de psicologia, pois muitas tem que viver lidado com situações psicológicas, lidar com diversos comportamentos, reações, amansar feras, engolir sapos, tatear com A, com B, com C... E as vezes é até melhor deixar tudo livre, venha quem vier, faça parte da festa quem quiser. Pois se ficar tentando ser a melhor pessoa do mundo com tudo mundo, explicando, sendo atencioso, só terá desgastes, participantes mimados. 

Mas já miramos a 13ª edição e estamos firme e de pé!
Já até recomecei do zero, quando parei na quarta edição e tenho como certo, se tem algo que pode terminar um dia com esse concurso é simplesmente falta de tempo. Já que o trabalho pode ser bastante, as vezes o tempo perdido por ser enorme, principalmente quando muitas ideias se atropelam. E claro quando se tem dor de cabeça é que a conta vem! Pois se trabalha e se dedica tanto por uma coisa e por alguns momentos se tem a impressão que todo o tempo perdido é em vão.

Como falei para alguém, bem fez o Ode que já largou o troço no primeiro ano. Pois não é fácil. Sonhar, ter ideias, mas realizar pode ser muito trabalhoso. E não podemos esperar gradidão dos outros. Geralmente ela não vem.

E eu tenho tanta para inventar... Concursos para fazer, não só de enredos, mas acabei nem tendo tempo para o de sambas, o de fantasias, o disso e daquilo... O dia tinha que ter umas 30 horas! E acho que seria pouco! Mas tudo bem, vou ficar só no Concurso de Enredos mesmo, mas fiquem calmos, vocês vão gostar do 13º Concurso de Enredos. O tempo passa rápido, ele vai chegar logo ali!

A lua e as sombras irão invadir! 
Tudo irá virar miragens e a noite será rainha!


E aconteça o que acontecer! 
O 14º deverá chegar! Quem viver verá!
Só não chegará se meu tempo apertar!


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

12+12+12 = Grupo de Acesso no Concurso de Enredos

Como já comentamos anteriormente, o sistema do Décimo Primeiro Concurso de Enredos será por seleção dos enredos.
A diferença é que a seleção não é feita antes do desfile (como muitas vezes foi sugerido), ela será feita durante os desfiles com a ajuda dos participantes.



Todo mundo desfila e ninguém fica de fora! Ninguém é excluído. A primeira fase será de voto popular, a segunda fase de julgamento tradicional dos jurados.


Mas é aquilo, poderemos ter alguns casos de injustiças, vai que na seleção, naquele momento algum bom enredo é ignorado? Como fazer?

Vamos inicialmente manter as regras, que é fazer um Décimo Primeiro Concurso de Enredos com duas chaves, os 40 enredos ou 30, ou seja lá o que vier, vai gerar  dois grupos de 10 enredos.

Ainda os eliminados vão disputar uma Recopa e terão uma segunda chance de ascender. Ninguém é rifado no processo, vamos se proteger do erro. Ficará um pouco mais complicadinho, mas no final tudo se arruma. 

E também, estou pensando na possibilidade da seleção, mais rigorosa e por níveis, assim formar grupos de Acesso para o Décimo SEGUNDO CONCURSO.

Fazemos o 11 e já pensamos no 12!
Como seria isso?
Em vez de selecionar 20 melhores como será no 11º, no 12º a seleção irá tirar apenas 12!
O desfile do 12º concurso de enredos classificará os enredos em grupos Especial, Acesso A, B, C. D... Assim o processo seria esse, temos 40 enredos. O desfile classificará quem é Especial, quem é Acesso A, B. C...

Os 12 primeiros enredos serão do Grupo Especial, os classificados por voto popular entre 13 e 24 ficam no Grupo de Acesso. 25 a 36 Grupo de Acesso B. 37 a 40 Grupo de Acesso C.

Os campeões do Grupo de Acesso do 12 sobem para o Grupo Especial do 13º de Enredos, que terá a seleção de 11 enredos, mais o campeão do Grupo de Acesso A do 11º Concurso de Enredos. Mas notem que tem uma pequena diferença, não é autor que sobe para o Grupo de Acesso, é o enredo que vai, o mesmo enredo que disputou o Grupo de Acesso e venceu, disputará o 13º Concurso.

O autor participará com seus novos enredos normalmente no Décimo Terceiro. Ele poderá ser classificando e disputar com um enredo no Grupo D, mas no desfile do 13º se seu enredo for bom poderá ir direto para o Especial.

Pq isso?
Repetindo, com os enredos é uma maneira de dar uma chance para eventualmente um bom enredo que não foi bem classificado com o público, mas mostrou seus méritos quanto foi julgando pelos jurados. Assim ele volta, o sistema será pensando em não deixar passar nada e nem abandonar ninguém! 
Um exemplo simples, é o enredo Bonecas que não foi campeão popular, Manchete venceu no dia do desfile. Mas no julgamento o enredo Bonecas cresceu. Assim, alguns enredos poderão crescer nas notas dos jurados e merecerem uma "segunda" chance.

Seriam ainda formados grupos No 13, 14, 15,16... Um enredo do Grupo D de 12º Concurso de Enredos poderia eventualmente ir ganhando os grupos e terminar como Campeão do Grupo Especial do 16º Concurso de Enredos.

Lembrando que os grupos são enredos, não são escolas/autores.
Assim o desfile SEMPRE É com todos e todos são Especiais. No desfile é que vamos gerar Especial, Acesso e quem é Especial ou Acesso será os enredos e o que vier a ser apresentado, assim como enredos antigos poderão vir para disputar os grupos (a tal segunda chance). Quanto autores, pode ser o último do Concurso passado, mas se trazer um grande na edição seguinte vai com o seu enredo para o grupo Especial.

Também resolvemos o problema dos autores que não disputam todas as edições. Alguém pode ser um grande campeão, mas não estar em um ano bom, ele seria rebaixado. Não será assim aqui. Ele vem para o desfile como todos, se o seu enredo for bom no desfile, ele se classifica para disputar o Grupo Especial, se for considerado mediano vai pro Acesso.

Serve para quem é o atual campeão, o atual campeão poderá ser classificado para grupo de Acesso, se o seu enredo no concurso seguinte for considerado fraco.

Isso são apenas possibilidades, mas dividindo os enredos em níveis resolveria o problema dos campeões múltiplos. Já que muitos jurados funcionam melhor julgando um número pequeno de 8-12 enredos. Até a seleção de 20 enredos já seria um número grande.

E também nos poderemos colocar todos os enredos para julgamento e grupos, sem excluir ninguém desse processo e nem ficar com culpa com algum eventualmente injustiçado na votação popular.

Aceito desde já opiniões e sugestões. O sistema é meio complicado, mas no decorrer não vai ter muitos mistérios.

Pq tem que ser tão complicado?
O formato é pensando no bem de todos e inclusão de todos, buscar sistema e fórmulas para não excluir ninguém. Permitir que o Concurso de Enredos tenha 200 enredos em uma edição se necessário for! Todo mundo desfila, todos participam!
Por isso, temos que buscar formatos complicados, mas que não excludentes para ninguém.
E no desfile vamos tirar os melhores para disputar o título. É fato que temos durante o desfile os melhores e geralmente sabemos quem irão ser. Então economizamos tempo já pre-selecionado quem vai pro caneco e quem não vai.
Mas mesmo quem não for ainda terá segunda chance, vai ser julgado por alguém que vai poder ressuscitar, aqueles eventualmente injustiçados pelo voto popular poderão se recuperar e voltar.

Arrumando aqui e ali no final todos irão ficar felizes!






JURADOS DO SUPERCAMPEONATO

E não vou entrar em contato com quem recebeu enredos e está lendo e julgando.
Eu vou deixar assim e esperar receber as suas notas e justificativas.
Vou ter uma apuração em off como que eu receber.

Quem desejar saber depois ficará sabendo, assim como se desejar receberá justificativas.


Cada um fará o que quiser com elas. 



SUPERCAMPEONATO MORTAL

Viramos então no formato arrasador de mortal Kombat.

Eu sei que no final das contas os autores chegaram em um ponto que não queriam se enfrentar no supercampeonato, alguns estavam preocupados com os jurados, quem ia e quem não ia ser jurado. 

Além de uma pressão monstro de alguns querendo terminar com tudo de uma vez. Eu pensando em estender. Hhehehe!

Mas no final entre mortos e feridos, irão salvar-se todos. Vamos para um teste de uma nova competição, um novo formato, já até um aquecimento para o 11º

Será vital a presença da maioria, quem não estiver presente não terá voz e voto. Se vencer o pior enredo não venham chorar as pitangas.

Como será esse negócio?
Decidir por um campeão em uma noite não é algo fácil. Eu vou ir colocando os enredos e perguntando para o povo, tirando uma base e ranking, mas por consenso devermos chegar nos melhores. Depois dos desfiles, o do último desfile deveremos chegar em 2 ou 3 enredos e daí vai ser largada uma enquete mortal, final e decisiva.

1 hora para o povo votar e no final teremos o campeão da RECOPA E SUPERCAMPEONATO. 

Acho que uma hora da manhã terá tudo finalizado. Qualquer eventual problema decidimos na hora, a intenção será um resultado justo. Eventuais problemas com a Recopa, se o formato mostrar alguma falha podemos ajustar no SUPERCAMPEONATO também. 

E desde já recomendo! Leiam os enredo, comentem, analisem, debatam! Quem quiser já pode ir escrevendo o seu texto, já que meia hora é pouco tempo e tudo voa!

Que vença o melhor enredo!!!







Desfile Especial do Concurso de Enredos

Em mais um projeto buscando proporcionar uma maior durabilidade dos enredos que já disputaram o Concursos anteriores teremos o que vamos chamar de Desfile Especial do Concurso de Enredos.

Os enredos estão aí e podem seguir sendo lidos e divulgados e assim vamos fazer Seminários e noites Especiais de desfiles, na linha participe quem quiser, venha quem vier! Em datas que serão marcadas ainda, provavelmente de 4 em 4 meses, ou seja, 3 vezes por ano. Teremos essa "noite especial" de desfile de enredos antigos.

Será um evento externo, mais pensando nos leitores, na divulgação destes enredos. Os enredistas se desejarem poderão acompanhar, comentar, tudo como se fosse um desfile igual a qualquer outro. Mas a sua presença não será prioridade. A nossa prioridade será uma só, fazer esses enredos ganhar centenas de visitas!

Para começar teremos uma noite Especial agora no mês de Dezembro, a data ainda será definida, mas vamos relembrar alguns enredos homenagem que já passaram pelo Concurso de Enredos.

Confira o desfile!!



Comunicado XI CONCURSO DE ENREDOS - O que muda e fórmula de disputa!

Aqui eu vou recapitular as mudanças de regras do XI CONCURSO DE ENREDOS e também já aproveitar e informar novas mudanças.

ANTES DE TUDO: Não é necessário fazer um regulamento totalmente novo, as mudanças são pequenas e já foram informadas e neste comunicado vamos recaptular as mudanças, para ninguém que tenha perdido alguma coisa venha aos 48 minutos do segundo tempo querer mudança de regras.

Obrigatoriedades novas no 11º Concurso de Enredos:


Quanto as bandeiras
Perderão 2 pontos enredos que apresentarem bandeira de escola virtual como primeira imagem do enredo.

Bandeira poderão ser apresentadas, mas devem estar depois do logo ou imagem relativa ao enredo. Não temos nada contra bandeiras, apenas queremos os enredos como principais, pois somos Concurso de Enredos.

Quanto aos figurinos
Número de figurinos e esquemas de alegorias é máximo é de 15, com tolerância de até 20. Considera-se figurinos e esquemas de alegorias desenhos feitos pelo enredista ou equipe. Imagens não são consideradas, fotografia de fantasia também não contam.

Exemplo de figurino: 



Imagem do enredo Expulsos do Paraíso que disputou o Quarto Concurso de Enredos.

Enredista que apresentar mais de 15 imagens será advertido. Acima de 20 perderá 0,1 por imagem. Entre um comunicado e outro, houve uma dúvida entre 15 e 20, por isso, refletindo cheguei nesta regra de tolerância. Para o 12º Concurso de Enredos vamos fechar em 15 de máximo. 



Limite do número de enredos por autor:

O limite é de 2 enredos no Concurso de Enredos Tradicional e 1 enredo no temático, totalizando assim 3 enredos por autor. 



Tamanho do arquivo:

Não tem mudança. Isso já tinha sido mudando do Nono para o Décimo. Apenas alguém teve dúvida e me perguntou. 6000 kb é o limite, igual ao Décimo Concurso de Enredos. 

FÓRMULA DE DISPUTA 
O Décimo PRIMEIRO Concurso de enredos terá uma fórmula de disputa totalmente nova. A intenção é exatamente resolver o problema do número de enredos, continuaremos com 40, 50, poderemos ter 200 enredos em uma única edição. Mas com a nova fórmula vamos resolver o problema. 


Vamos apresentar uma disputa em duas fases.

A primeira fase será classificatória - Os enredos durante o desfile serão classificados para a segunda fase.
Os melhores colocados por aclamação irão para a segunda fase, serão feitas enquetes, com base em analises, comentários, vamos chegar aos melhores colocados. 

O número de enredos classificados ainda está indefinido, dependerá do número de enredos e até do desempenho dos enredos. Mas a meta é classificar metade dos enredos para a segunda fase ou um número que seja inferior a 20. Mas só poderemos informar com exatidão o número de enredos que irão participar da segunda fase quando finalmente obtivermos o número final de inscritos, além de acontecimentos do  dia do desfile que poderá deixar a nossa lista final de classificados com 16, 18 ou 21, mas a meta é ficar no 20, não passando disso, os serão divididos em dois grupos. Grupo ">" e grupo "<". 

Enredos de mesmo autor: 


A meta também é classificar apenas um enredo de mesmo autor. Mas nem tudo é ruim, também vamos classificar "pelo menos um" enredo de autor que enviar mais de um enredo.

Assim autor com apenas um enredo, precisará se classificar entre os 20, precisa ser um Top 20. 

Autor com mais de um enredo teremos a classificação do seu melhor enredo. Já o seu segundo melhor enredo, terá que apresentar um desempenho digno de TOP 5 para se classificar. A ideia é ainda ser receptivo com casos de autor que apresenta um Costinha e Eróticos e Pornográficos na mesma edição (campeão e terceiro lugar o Nono Concurso de Enredos). 

Os enredos eliminados da primeira fase irão disputar uma Recopa, receberão notas de jurados, mas participarão de uma disputa particular entre eles. O julgamento também será mais aberto, inclusive com julgamento dos enredistas. O campeão da Recopa estará classificado para a segunda fase do 12º Concurso de Enredos. Ou seja, é uma maneira de ainda dar uma segunda chance para esses enredos eventualmente não classificados. Nenhum enredo será jogado fora, eles sempre terão chance de continuar no Concurso de Enredos. 
Já os enredos classificados da segunda fase irão para o julgamento tradicional, mas o formato de Campeonato de grupos será mantido. Assim teremos dois campeões pelo menos.

Concurso de Enredos temático
Precisará de no mínimo 6 enredos para se sustentar. Menos de 6 enredos os enredos terão que disputar o campeonato tradicional. 
Caso tenha menos de 6 enredos, o campeão temático saíra entre o melhor colocado no concurso tradicional. 

SUPERCAMPEONATO

É uma lástima terminar algo que sequer teve a chance de acontecer. Mas não teremos supercampeonato no 11º. Mas no desfile dos campeões vamos proporcionar troféu simbólico de SUPERcampeão do DESFILE DOS CAMPEÕES. 
Provavelmente uma combinação de abacatibope com votação popular. 
O Abacatibope vai indicar 3 enredos com melhor desempenho e por enquete o povo irá votar (qualquer participante ainda poderá fazer uma 4ª indicação). Embora quem larga na enquete já teria uma pequena vantagem, mas ainda deixaremos abertos para um outro enredo não cotado surgir eventualmente e "zebrar" o resultado. Este sistema será testado na Recopa e SUPERCAMPEONATO do DÉCIMO CONCURSO.












DICAS do Concurso de Enredos

Dicas e reflexões do Concurso de Enredos 

Vamos chamar de dicas apenas comentários, reflexões com importância menor que os Comunicados. Assim dicas não precisam ser lidas, são textos de menor importância, ler quem quiser, participa quem desejar. 

Os Comunicados serão as informações vitais, mudanças no regulamento, coisas que não pode se deixar passar.

As dicas e reflexões algo secundário.
 

A primeira reflexão depois dos últimos acontecimentos é que não podemos deixar que interesses particulares predominem. As regras do Concurso de Enredos não foram e não devem ser pensadas em beneficiar A ou B. As regras do Concurso de Enredos são pensadas e devem ser pensadas no TODO, no bem do Concurso, no que for benéfico para o evento e até na disputa saudável e não no "cartel", aquilo que se combina para diminuir a competição.

Um dos problemas do carnaval com o controle da Liesa é exatamente esse, as escolas pegaram o controle e são donas das principais decisões. Em uma primeira análise parece ser algo positivo. Afinal elas não deixam de ser as donas da festa, elas precisam ser ouvidas e estar satisfeitas.

Mas quando lembrando que o poder público e o próprio público não tem voto, nem veto, praticamente são meros espectadores, fica o convite para pensar e que consequências a falta de participação destes faz. 

Pois o poder do carnaval na mãos das escolas pode resultar em interesses particulares das escolas ficar acima dos interesses do espetáculo. O público nestes anos tem ficado de lado, a competição livre e saudável tem perdido espaço. Cada vez mais o Desfile do Grupo Especial tem andando para trás, tem ficado mais protecionista, refém de interesses particulares de dirigentes e das escolas, o desfile virou um grupinho fechado, muito difícil de uma escola nova entrar. E reflexões sobre o poder inteiro na mão das escolas poderíamos fazer inúmeras, o debate é longo...

Mas a lição que podemos tirar disso, é que as decisões precisam ser feitas com a participação de outros núcleos, muitas vezes quem não tem interesse na disputa em si e pensam no espetáculo como um todo. 

O enredistas são ouvidos e devem ser ouvidos, mas os rumos do Concurso precisam ser pensados no espetáculo, no bem comum e não no particular.


Não é porque participante A que faz um enredo por ano que temos que planificar tudo para um enredo por ano para todos. 
Não é pq participante B não sabe fazer alguma coisa, que vamos proibir para todos a demonstração dessa habilidade.
Não é pq as regras que até ontem eram favoráveis para C, mas agora não são mais, que temos que mudar as regras no meio do caminho.


Em todos os casos para todas as situações temos que pensar sempre no coletivo, no concurso, no melhor para todos, para a maioria. 


Comunicados do Concurso de Enredos

Eu já vinha pensando bastante sobre isso. 
O Facebook não é um bom espaço de fórum, as coisas se perdem com muita facilidade.
#voltaorkut

Assim, eu vou voltar a fazer Comunicados via site, postando lá, mas tudo vai ficar aqui.

Também aqui é possível apresentar um texto melhor organizado, até com inclusão de imagens, cores diferentes e outros recursos. Algumas coisas mais complexas podem ficar mais fáceis de entender. 

Também vou criar o "marcador" Comunicado. Será importante sempre os autores dar uma passadinha neles, eu não vou ficar repetindo informações também.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Justificativas Domingo - J3 - Pedro Ivo Velozo

Décimo Concurso Brasileiro de Enredos
Justificativas – Pedro Ivo Velozo
Enredo: Iemanjá
Título: 9,7
Um enredo sobre orixá precisa de algo mais que seu nome no título.
Impressão Visual: 9,0
Enredo incompleto, texto precisa de revisão.
Introdução: 9,1
Texto muito vago, não apresenta adequadamente o enredo (Considerei introdução as duas primeiras frases do texto).
Sinopse: 9,2
Apresentado em versos, é um texto de louvor a Iemanjá sem muitas informações sobre  ela e não indica claramente como será desenvolvido o enredo.
Roteiro: 7,0  (Não apresenta)
Exploração Temática: 7,0 (Não apresenta)
Conjunto Artístico: 7,0
O autor não apresentou um enredo, apenas um poema.
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Enredo: Sou Frida na vida e não me calo – Para que pés se tenho asas para voar?
Título: 10,0
Impressão Visual: 10,0
Introdução: 10,0
Sinopse: 10,0
Roteiro: 9,7
Os dois primeiros setores são belíssimos e exploram com bom gosto, criatividade e competência a estética e o uso singular das cores da cultura mexicana e da obra de Frida. No terceiro, Frida é adjetivo e a passagem para essa segunda parte do enredo é equilibrada e de fácil leitura e as sugestões de fantasias e alegorias são adequadas, mas é um setor visualmente mais fraco que os anteriores (-0,1). No quarto setor, isso se acentua e a ala 14 é uma tolice e descabida. Destacar a liberdade de vestir o que se quer citando blogueiras de moda? O movimento hippie, na década de 60 do século passado fez muito mais em termos de revolução do vestuário (-0,1). Do mesmo modo, julgo um erro representar o “poder feminino” com a marcha das vadias (-0,1).
Exploração Temática: 10,0
Conjunto Artístico: 9,8
A nota é resultado da comparação com outros enredos.
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Enredo: Após 4 anos, estou de volta no carnaval, prazer 29 de fevereiro
Título: 10,0
Impressão Visual: 9,9
Imagens que não acrescentam nada, de tamanhos diferentes; mistura de foto e desenho, as cores, e a fonte utilizada formam um conjunto não muito harmonioso.
Introdução: 9,9
O texto precisa de revisão.
Sinopse: 9,8
O texto é curioso, mas precisaria ser mais informativo em relação aos vários calendários já adotados. Cita o Calendário Juliano e o Gregoriano mas não diz  o que representam nessa história ( e isso é fundamental). Poderia ter investido mais nessa viagem do homem para marcar o tempo. Há uma porção de curiosidades sobre a data, mas meio jogadas, fora de um contexto. Cita apenas uma personagem da História nascida nesse dia e os santos irlandeses sem explicar que autoridade tinha São Patrício. Há lacunas, mas os elementos apresentados podem resultar em um enredo divertido. O texto precisa de revisão: entre outros problemas, há o uso de letras minúsculas iniciando períodos e uma confusão entre mas e mais.
Roteiro: 9,4
CF: Confusa. Pode ser bonita e interessante, mas a leitura é difícil.
AA – “Galáxia do samba”. Muito pouco criativo e muito óbvio. Aproveitou muito mal esse momento do desfile, salvo pela onça com capacete de astronauta (-0,1).
Setor 2: Falta descrição das alas 4,5,6 e 7. Como carnavalizar “28 ou primeiro”, “Dirigir ainda não”? A descrição do segundo carro não tem nada de belo (-0,2).
Setor 4: Parabéns pelas belas baianas. As alas e alegoria deste setor têm apenas  trechos da sinopse como descrição. Fica difícil visualizar o desfile (-0,1).
Setor 5: Repete-se neste o problema do setor anterior. O último carro com um enorme Rei Momo, Arlequins e Colombinas é convencional, já visto inúmeras vezes e não causa qualquer impacto. Não destaca a Escola, não engrandece o desfile (-0,2).
Exploração Temática: 9,7
Muitas das observações nos quesitos anteriores já se referem à exploração do tema. Creio que faltou explorar melhor os aspectos históricos e o humor quando tratou de curiosidades relacionadas à data.
Conjunto Artístico: 9,6
Fica difícil visualizar o desfile, quando o roteiro apresenta apenas trechos da sinopse divididos em alas e alegorias e isso ocorreu em quase toda a proposta. Alguns momentos do desfile poderiam ter apresentado soluções que o valorizassem, mas ficaram abstratos.
A nota resulta também da comparação com outros enredos.
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Enredo: Um novo olhar sobre uma África totalmente diferente
Título: 9,8
O título é redundante. Bastaria “Um novo olhar sobre a África” ou “Uma África totalmente diferente” e é inadequado, pois o enredo apresenta a África “de sempre”.
Impressão Visual: 9,4
Enredo incompleto, mas visualmente limpo. O texto apresenta algumas incoerências e precisa de revisão gramatical.
Introdução: 9,2
 Considerei para julgamento os parágrafos iniciais da sinopse, evitando descontos maiores. O enredo apresentado no texto não se concretiza no desenvolvimento do trabalho. Apresenta-se apenas parte dele, às vezes parecendo até outro.
Sinopse: 9,4
No texto há uma frase que o define: “Neste enredo fazemos um vai e vem” e da maneira como foi escrito, essas idas e vindas o deixaram confuso. Percebe-se, entretanto a visão interessante de enredo do autor: apresentar os contrastes do continente.  Uma África bela e rica em petróleo, diamantes e ouro, mas com um povo pobre e oprimido por ditadores gananciosos; um povo sofredor, mas que encontra força e alegria na cultura e religião que seriam suas verdadeiras riquezas. Uma exaltação aos africanos que resistem “à dura vida com alegria e religiosidade”. Boa  ideia, mas apresentada de forma confusa em um texto que precisa de revisão.
Roteiro: 8,0
O autor apresenta apenas uma lista de alas e alegorias, sem maiores detalhes e coloca curiosamente as alegorias abrindo os setores o que não é, necessariamente, um erro, mas fica estranho. O Setor 1é um equívoco no enredo pois não faz sentido apresentar “escravidão”, “Novas terras” e “Mistura de Culturas” se o “novo olhar” parece ser sobre a África contemporânea. Os demais setores apresentam alas com títulos que sugerem os diversos subtemas abordados na sinopse (exceto as alas 15 e 16), mas não seguem a sequência em que foram apresentados nela. Faltou a Ala de Baianas, Bateria, Velha Guarda e Passistas.
Exploração Temática: 9,0
É difícil criar um enredo inédito sobre um tema já apresentado centenas de vezes por diversas escolas. Um imenso continente, com dezenas de países, povos, culturas e Histórias milenares é uma fonte inesgotável de temas a serem explorados pelas artes, mas julgo que por tratar a África como uma unidade este e outros enredos tropeçam e acabam sendo repetitivos. Se o autor tivesse explicado como abordaria os diversos subtemas que os títulos das alas e alegorias sugerem, talvez pudéssemos perceber o “novo olhar”, mas da forma como apresenta, parece igual a muitos.
Conjunto Artístico: 9,0
Comentários dos quesitos anteriores e a comparação com outros enredos da competição explicam a nota deste.
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Enredo: O Império da Formiga vem Plantar e Colher a Vida
Título: 10,0
Impressão Visual: 9,8
O texto sem muita conexão e com excesso de erros gramaticais torna a leitura cansativa e desagradável, às vezes incoerente.
Introdução: 9,8
O texto sem coesão ou coerência e com frases incompletas não cumpre sua função.
Sinopse: 9,5
O texto pretende apresentar o enredo dividido em “capítulos”, mas é, no geral, uma sequência de pequenos textos sem qualquer ligação. Assim temos no início o surgimento do homem segundo alguma mitologia, os povos primitivos, os protetores desses povos, a agricultura indígena e em seguida uma sucessão de santos católicos, xaxado e quadrilha, soja... depois dos agrotóxicos aparece a escravidão,voltam os santos, volta a agricultura, a cidade de Sorriso(!)...É uma sequência de quadros desconexos. Parece uma colagem de vários enredos já vistos sobre agricultura com textos repletos de lamentáveis erros gramaticais.
Roteiro: 8,5
CF : “O nascer da vida, o bale de Nanã” (bale?) ...” um berço com um robô de uma bebê negra que representa Nanã” (?). São três atos na dramatização da CF, mas só 2 para os jurados. Uma confusão.(-0,1) Nossa comissão de frente que será responsável claramente por abrir o nosso desfile”.
Abre-alas: “Ante do carro vai vim acoplado ao carro 4 elementos alegóricos, cada um com 10m de comprimento e 5m de altura.  “Atrás vão ter” 2 cachorros com 10m de comprimento e 5 de altura. Aí vem um gigantesco lamaçal, com 2 esculturas de orixás e 40 componentes humanos “melados de lama”. No 2º chassi, 100 esculturas (!) de barro, mais 4 esculturas laterais com 10m de altura, uma no centro com 15m e 40 componentes “melados de lama”... É tão absurdo e previsível, que descontado o gigantismo (desnecessário) não sobra nada. Ou quase nada (-0,1).
1º Casal – Representará “dois orixás mais velhos conhecidos como vovó e vovô . O casal só apresenta o bailado tradicional diante dos jurados e depois se junta aos guardiões em uma dança afro.  Não dá para conceber  um desfile  em que o 1º Casal só se apresente diante das cabinas de jurados! (-0,1)
Ala 2: Cem mulheres negras representando Nanã “com os seios de fora para representar o lado sexual da orixá”(grifo meu). O autor não entendeu o que representa o orixá, destaca o “lado sexual” de Nanã e parece interpretar de foma errada “seios de fora” em culturas ancestrais (-0,1).
Setor 2:   Nosso segundo setor irá retratar os verdadeiros donos da terra que são os povos nativos que viviam na região, aonde atualmente e plantando uma infinidade de plantações que formam a agricultura”. O quê?
Ala 3: Tupis e Guaranis “ ... conhecidos por serem povos muito violentos” Qual a fonte?
Ala 4: Devoção a Tupã – “Tupã é considerado o maior ser místico na mitologia indígena, sempre representado com uma posse sensual.” Representado assim? Onde? Completando o texto, apresenta a imagem de uma mulher sobre uma lua crescente!(-0,1)
Ala das Baianas com o 2º Casal  no meio.  Um casal de MS e PB na Ala das Baianas?(0,1)
Ala 5: Bonita, muito interessante e criativa, mas sem muito nexo no enredo.
Ala 6: Fauna das matas -  A fantasia vai vim representando alguns animais que vivem nessa região aonde atualmente são muito usados para a agricultura. E a ala apresenta apenas aves e serpentes (gigantescas). Não sei estes animais são usadas na agricultura.
2º Carro: A força que vem das matas – É banal e previsível, tem “duas canoas de três metros de comprimento” e “dentro dela dois índios com seis metros de altura” (proporção?) além de onças de oito metros de altura (proporção?).
Setor 3
Bateria – Abre o setor, vestida de São João com roupa “muito simples” para “ajudar a evolução deles” e “não atrapalhar a batucada”. E segue: “Eles vão vim com um manto de pele de ovelha e as suas costas um bezerro”. Complicado. (-0,1)
Em seguida alas com Santo Antônio, São Pedro, uma ala de xaxado e uma de quadrilha.
Ala 11: São Jorge “... e nos seus pés de vez de estar botas estar uma largata (lagarta!) em cada pé...  São Jorge estão esmagando elas”.
  Carro: Uma palhoça de 10m de altura onde um grupo dança xaxado, outro dança uma quadrilha junina, mais uma escultura  de São Jorge (com o dragão !), Santo Antônio, São João e São Pedro e 10 componentes vestidos de anjo “voando entre os quatros santos”. Já há uma ala para cada santo, uma de xaxado, outra de quadrilha. As únicas novidades da alegoria são os impossíveis dez componentes voando e o dragão. (-0,1)
Setor 4 : Plantações
Ala 12: Soja -   “ Nessa ala vamos fazer uma critica social, pois a soja a cada dia que passa vem ficando mais cara a cada dia”. O resto do texto só explica a fantasia da ala: saia de “arsetado” representando a soja, espartilho com espelhos e luzes de led. Não vi a crítica social e não vejo razão para que apareça aqui. Este não é um enredo crítico. É um enredo sobre agricultura abordada de forma idealista e romântica. A soja custar caro não é um problema. É uma vantagem para o agricultor que este enredo homenageia e celebra. Jogar a expressão “crítica social” neste enredo porque parece politicamente correto é pedantismo. Se pretendefazer crítica social abordando este tema, faça um enredo sobre as relações de produção no campo, problemas ambientais provocados pelo agronegócio ou pela monocultura... ...
A “crítica” não foi feita. A soja aparece em fantasia luxuosa. Fazer a crítica aqui – e somente aqui – seria um erro; criticar o preço seria outro e dizer que fará a crítica e não fazê-lo é um terceiro erro.
4º Carro: Na frente, 3 plantações: milho, soja e arroz; atrás, banana e café. No centro, uma escultura de 10m de altura de um agricultor, várias de espantalhos. Tudo novamente? Na mesma ordem? Do mesmo jeito?(-0,1)
Ala 20: Queimadas. Texto: “as queimadas vai”-(as queimadas vão), “ Eles vai soltar” – ( eles vão soltar) Esses erros óbvios de concordância  se repetem e demonstram descaso.
2ª ala de Baianas: Joaninha “sempre responsável por ajudar as plantações”. Se a joaninha ajuda a agricultura, por que está no setor “Pragas e Poluição”?(-0,1)
Setor 6: Tecnologias no Campo A primeira alegoria vai ser um nagio aonde vai representar a vinda dos escravos e dos imigrantes que vinheram para o Brasil”. O corretor ortográfico do Word indica os erros. Não entendi um navio com escravos e imigrantes neste setor de tecnologias. Ecravidão não é tecnologia. (-0,1).
6º Carro: Uma caravela. Os componentes são imigrantes e escravos. “Os escravos vaim na parte de trás do barco e nas laterais do carro, com uma posição que parece que eles estão sendo jogados. Os imigrantes vão vim na frente do carro dançando e festejando muito também”. Os escravos estão sendo jogados no mar? Não eram “mercadoria” que os negreiros traziam para vender caro no Brasil?(-0,1)
Os imigrantes estão “festejando muito também”? Quem mais? Escravos no navio negreiro?
Ala 26:  Apresenta “esquimós dançando as danças típicas da Noruega”.Espantoso(-0,1).
Ala 27: Cofre do fim do mundo – “Toda a ala será um cofre... Dentro do cofre teremos várias sementes”. Toda a ala será um cofre com sementes dentro?  Como propõe isso?! (-0,1)
Setor 7:  “O setor... é aquele que mais vai emocionar, ele vai ser com a maioria das alas especiais sendo formada por elas”. A maioria das alas especiais será formada por elas?
Ala 28: Volta a agricultura: feijão, Ala 30: Volta a religião : Nossa Senhora e São José.
Tripé com 50m de comprimento, soltando fogos de artifício e para “proteger a evolução da escola”, um tanque “com mais de dez mil litros de água”. O tripé poderia ser tão bonito (se fosse admissível) que não desconto nada pelo absurdo.
7º Carro: Quatro apoios, cada um com uma escultura de anjo de 5m de altura (novamente), uma plantação de feijão (novamente), três esculturas de agricultor (novamente), a coroa da agremiação feita de milho (já vimos isso?) e um galo com 15m de altura (novamente) (0,1).

Exploração Temática: 9,0
 Considero que os comentários em outros quesitos justificam os descontos nesta nota.

Conjunto Artístico: 9,3
O autor é criativo, tem boas ideias para fantasias e preocupa-se visivelmente com a apresentação gráfica do enredo, mas se perde pelo descaso com o texto e na montagem do roteiro, dando a impressão que durante o processo criativo vai jogando as ideias em qualquer lugar (e de qualquer jeito)  à medida que vão surgindo e perde a visão  geral do trabalho. Quanto às alegorias, embora às vezes apresentem belas soluções, no geral são previsíveis e chamam a atenção apenas pelo gigantismo, sem demonstrar esmero em sua concepção.
Considero que parte do problema deve-se ao fato de apresentar releituras e isso se evidencia neste caso.
A nota é resultado dos aspectos já analisados e da comparação com outros enredos.


      Roteiro: Alô, Alô Terezinha! É um barato a Adele de chacrete no Cassino do Chacrinha...   Graças a Deus!
Título: 10,0
Impressão Visual: 10,0
Introdução: 10,0
Sinopse: 9,9
O diálogo foi bem escrito, mas poderia ser mai curto, menos repetitivo.
Roteiro: 9,3
A CF é divertida e adequada ao enredo. Estranho o AA fechando o 2º setor e apresentando novamente travestis “fantasiadas de Adele”. Num desfile tão curto, com apenas 9 alas, parece-me uma falha(-0,2).
A Ala das Baianas tem a medida certa do humor, principalmente pela cachaça, mas a fantasia  é confusa (-o,1).As alas de sertanejos no 3º setor e a de Carmem Miranda são criativas e bonitas. A fantasia da Bateria é fraca, mas não dava para esquecer “Alô torcida do Flamengo”.
O carro 2 é o melhor do desfile. Um espetáculo – sem perder o tom do enredo. Parabéns.
O 4º setor apresenta a hilariante ala da “galinha rica”, mas a ala “Big fone” é muito previsível e a “Zilu sumiu” é sem graça e de leitura difícil (-0,2).
O último carro é “fechativo” e encerra o setor em grande estilo, mas a Velha Guarda poderia vir em outro lugar deste desfile e não atrás até porque faz referência à música  (-o,1).

Exploração temática: 9,6
Com um tema aparentemente absurdo, a autora faz milagre e consegue apresentar um desfile interessante e com momentos divertidíssimos. Parabéns! Considero, porém que com um pouco mais de pesquisa talvez pudesse ir mais longe. Alguns comentários nos quesitos anteriores já apontam problemas relacionados a este.

Conjunto Artístico: 9,4
A nota deste quesito é comparativa com outros enredos da noite e leva em consideração o que seria este desfile na avenida: uma  deliciosa brincadeira que alegraria o público em sua passagem, mas sem a grandiosidade de um desfile campeão. Imagino que este é o objetivo da enredista  neste momento. O talento da autora é fantástico e na hora que fizer um enredo “de peso”, com um tema rico em possibilidades, abalará o Concurso com sua criatividade e senso de humor.

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Enredo: Imperatriz 1988 –  Conta outra que essa foi boa”

Título: 10,0

Impressão Visual: 9,9

O texto precisa de revisão gramatical.
Introdução: 9,0

O texto é uma releitura e o autor deveria escrever uma introdução deste seu enredo, não copiar simplesmente o texto dos carnavalescos da Imperatriz Leopoldinense.
Sinopse: 9,0
Cópia da sinopse da Imperatriz.
Roteiro: 9,0

Setor 1:  Falta carnavalização da CF, descrição de alas e alegorias. As imagens são referências, mas não bastam (-0,3). O problema se repete nos Setores 2 e 3 (-0,2). A ala de passistas “Iemanjá” e uma ala de “pescadores” não tem qualquer relação com o enredo (-0,2).
Embora não apresente divisão de setores, considerei que a partir do AA, cada carro alegórico encerra um setor e o Setor 4 tem somente uma ala e um carro alegórico (0,2). O texto precisa de revisão gramatical (-0,1).

Exploração Temática: 9,0

O roteiro não tem relação com a sinopse.
Conjunto Artístico: 9,3
Os descontos devem-se aos problemas comentados nos quesitos anteriores, principalmente às divergências entre Sinopse e Roteiro .


Enredo: ... E o Império Tupiniquim “Bailou”

Título: 10,0

Impressão Visual: 10,0

Introdução: 10,0

Sinopse: 10,0

Roteiro: 10,0

Exploração Temática: 10,0

Conjunto Artístico: 10,0

O autor nos presenteia com uma obra prima. O enredo é espetacular em todos os aspectos: apresentação gráfica, tema, texto e desenvolvimento com todas as qualidades para um desfile deslumbrante, luxuoso, interessante, grandioso... 
Abordando um episódio curioso da História, tendo como base o romance de Josué Montello, o enredo é tão bem escrito e apresenta fantasias e alegorias tão belas, criativas e adequadas à narração, em alas e alegorias com conteúdos selecionados com tanto talento e uma riqueza tão grande de detalhes, bom gosto e beleza que nos coloca na avenida vendo passar o Baile da Ilha Fiscal em todo seu esplendor, sem esquecer fatos insólitos ou anedóticos ligados ao evento com a dose certa de ironia e bom humor.
Perfeito. Um enredo histórico clássico apresentado com brilhantismo para um desfile campeão. PARABÉNS!
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